E já passou imenso tempo, e eu sempre quis
dissolver as minhas promessas num determinado espaço copulo de sorriso e
momentos inesquecíveis. A vida ofereceu-me várias etapas: Sorrir, crescer,
aprender, cair e levantar. Já sorri por motivos fortes, já cresci por cair
demasiadas vezes, já aprendi por receber desilusão no dia-a-dia. Já cai mas
voltei a levantar-me. E tudo o que sou hoje, sou devido à cumplicidade que
tenho diante a vida. Não sabes do que falo, mas um dia vais perceber que a dor
que ainda permanece em mim, ainda me magoa. E magoa tanto, mas tanto que passo
dias sem comer, passo dias sem dormir, sem perceber o motivo de estar aqui,
diante deste mundo infantil, por vezes. Há dias que é difícil de explicar o que
sentimos. Quer seja pensamento mau, quer seja pensamento bom. Há dias que não
dá para evitar e esconder mais a dor que sentimos, e por vezes acabamos por
descarregar tudo em cima de quem não tem a culpa. Só não entendo como sou assim
tão fácil, tão sensível. Não entendo porque sou assim tão nobre, tão maduro. Não
entendo.
Nos dias de hoje percebo menos o que as
pessoas têm dentro das suas cabeças. Tem dias que penso que amar muitos sabe e
poucos demonstram. E isso decorresse à devasta confiança que criamos assim, tão
facilmente. Há momentos que penso que não queres saber quem eu sou, há momentos
que vejo que para ti sou apenas mais um, tem dias que penso que sou um peso
para ti. Há dias que me deito a pensar “Eu sou o alvo de pesos na vida dele.
Será melhor desistir ou continuar arriscar?”. Tudo tem sido assim, todos os
dias. Por momentos estás perto, como por momentos estás distante, assim como se
não fosse ninguém para ti, como se não existisse. Mas sabes o porque de ainda
conseguir sorrir? Porque quando estás perto és aquele doce e lindo rapaz que
nunca ninguém foi comigo. És aquele rapaz doce e meigo que me consola todas as
noites com magnificas palavras que só tu sabes desvendar. És aquele que me
consegue por a sorrir com uma simples frase, com uma simples mensagem, com uma
simples palavra. És aquele que me faz e tem o poder de fazer com que sonhe
contigo todas as noites. E por momentos acho-te perfeito, como por momentos
acho-te incapacitado de me conseguir fazer feliz. E digo incapacitado porque há
momentos em que me ignoras, que não sou ninguém para ti. E quando me falas é
porque eu falo, e quando eu não falo tu percebes o motivo, a causa disso, e
falas só para não me sentir sozinho, para não me sentir triste.
Sabes qual foi o tipo de rapaz que pedi em
toda a minha vida? Um rapaz forte, um rapaz capaz de me fazer feliz 24h por
dias, um rapaz que converse comigo quando entre a nossa conversa não exista
assunto, um rapaz sorridente, que saiba como me fazer sorrir, um rapaz puro que
me ajudasse em todas as ocasiões da vida. Não peço um morcão, peço alguém com capacidades,
peço um homem, mesmo a idade sendo inferior ao que preciso. E que apesar da
distância, me faça sentir ele bem perto de mim.
Há dias que penso que és tu, e ainda sinto
que és tu, o tal que me pode fazer feliz, mas vejo-te mais para lá do que para
cá. Ainda me lembro quando te transmiti todas aquelas palavras que andava há
imenso tempo a querer dizer, lembro-me do primeiro dia em que conversei contigo
no qual ficaste desnorteado por tanta coisa que jamais pensarias ver em toda a
tua vida. Fiquei feliz sabias? Achei-te um rapaz diferente, maduro, sensível,
sincero.. Eu vi tudo isso no início, mas agora pergunto-me: Porque que não vejo
isso agora? Porque que há dias que estás bem comigo como há dias que me ignoras
completamente? Porque?
Por vezes penso que eu é que sou o culpado.
Sim o culpado por me apegar demais e assim rapidamente às pessoas, dar a minha
confiança e receber dia sim carinho, dia não ignorância.
A minha intenção não é sofrer novamente, a
minha intenção é ser feliz e de uma vez por todas. Consigo perceber que não sou
quem tu querias na tua vida, e hoje escrevo tudo isto porque o melhor é dizer
adeus.
E o melhor é dizer Adeus.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012 // 17:31
E já passou imenso tempo, e eu sempre quis
dissolver as minhas promessas num determinado espaço copulo de sorriso e
momentos inesquecíveis. A vida ofereceu-me várias etapas: Sorrir, crescer,
aprender, cair e levantar. Já sorri por motivos fortes, já cresci por cair
demasiadas vezes, já aprendi por receber desilusão no dia-a-dia. Já cai mas
voltei a levantar-me. E tudo o que sou hoje, sou devido à cumplicidade que
tenho diante a vida. Não sabes do que falo, mas um dia vais perceber que a dor
que ainda permanece em mim, ainda me magoa. E magoa tanto, mas tanto que passo
dias sem comer, passo dias sem dormir, sem perceber o motivo de estar aqui,
diante deste mundo infantil, por vezes. Há dias que é difícil de explicar o que
sentimos. Quer seja pensamento mau, quer seja pensamento bom. Há dias que não
dá para evitar e esconder mais a dor que sentimos, e por vezes acabamos por
descarregar tudo em cima de quem não tem a culpa. Só não entendo como sou assim
tão fácil, tão sensível. Não entendo porque sou assim tão nobre, tão maduro. Não
entendo.
Nos dias de hoje percebo menos o que as
pessoas têm dentro das suas cabeças. Tem dias que penso que amar muitos sabe e
poucos demonstram. E isso decorresse à devasta confiança que criamos assim, tão
facilmente. Há momentos que penso que não queres saber quem eu sou, há momentos
que vejo que para ti sou apenas mais um, tem dias que penso que sou um peso
para ti. Há dias que me deito a pensar “Eu sou o alvo de pesos na vida dele.
Será melhor desistir ou continuar arriscar?”. Tudo tem sido assim, todos os
dias. Por momentos estás perto, como por momentos estás distante, assim como se
não fosse ninguém para ti, como se não existisse. Mas sabes o porque de ainda
conseguir sorrir? Porque quando estás perto és aquele doce e lindo rapaz que
nunca ninguém foi comigo. És aquele rapaz doce e meigo que me consola todas as
noites com magnificas palavras que só tu sabes desvendar. És aquele que me
consegue por a sorrir com uma simples frase, com uma simples mensagem, com uma
simples palavra. És aquele que me faz e tem o poder de fazer com que sonhe
contigo todas as noites. E por momentos acho-te perfeito, como por momentos
acho-te incapacitado de me conseguir fazer feliz. E digo incapacitado porque há
momentos em que me ignoras, que não sou ninguém para ti. E quando me falas é
porque eu falo, e quando eu não falo tu percebes o motivo, a causa disso, e
falas só para não me sentir sozinho, para não me sentir triste.
Sabes qual foi o tipo de rapaz que pedi em
toda a minha vida? Um rapaz forte, um rapaz capaz de me fazer feliz 24h por
dias, um rapaz que converse comigo quando entre a nossa conversa não exista
assunto, um rapaz sorridente, que saiba como me fazer sorrir, um rapaz puro que
me ajudasse em todas as ocasiões da vida. Não peço um morcão, peço alguém com capacidades,
peço um homem, mesmo a idade sendo inferior ao que preciso. E que apesar da
distância, me faça sentir ele bem perto de mim.
Há dias que penso que és tu, e ainda sinto
que és tu, o tal que me pode fazer feliz, mas vejo-te mais para lá do que para
cá. Ainda me lembro quando te transmiti todas aquelas palavras que andava há
imenso tempo a querer dizer, lembro-me do primeiro dia em que conversei contigo
no qual ficaste desnorteado por tanta coisa que jamais pensarias ver em toda a
tua vida. Fiquei feliz sabias? Achei-te um rapaz diferente, maduro, sensível,
sincero.. Eu vi tudo isso no início, mas agora pergunto-me: Porque que não vejo
isso agora? Porque que há dias que estás bem comigo como há dias que me ignoras
completamente? Porque?
Por vezes penso que eu é que sou o culpado.
Sim o culpado por me apegar demais e assim rapidamente às pessoas, dar a minha
confiança e receber dia sim carinho, dia não ignorância.
A minha intenção não é sofrer novamente, a
minha intenção é ser feliz e de uma vez por todas. Consigo perceber que não sou
quem tu querias na tua vida, e hoje escrevo tudo isto porque o melhor é dizer
adeus.
grew up in a small town.
A mim perguntaram-me quem eu era, quem era eu dentro ou de fora. Sentado naquele rochedo cheio de musgo peganhento, eu olhei perante o sol. Senti aquele frio bater-me no rosto, sem intensão de me deitar ao chão.
Perguntei-me a mim mesmo porque estaria ali, feito um urso sem pai nem mae, sem irmã e parentes da familia. Porque me sinto tão vazio? Porque me sinto tão independente de todas as pessoas que me rodeiam em trono daquele circulo de amigos? Porque ?
Á demasiada independência nesta vida, á demasiado peso, á bastantes rodeios frios e pessoas mortas. Mas porque que este mundo não pensa na vida, mas porque que o mundo não pensa no seu melhor? A distruidora disto tudo é quem me julgou neste mundo, quem me desanparou para o outro lado da rua.
Estou cheio de dores de cabeça, cheio de febre, e a minha mente não consegue racicionar o objéctivo, não consegue chegar ás palavras que foram utilizadas em todos os dicionários.
Estou deprimente por não sentir o desejo, por não poder caminhar pelas ruas novas, por não ter amigos que me fasam feliz! Estou sem pachorra para discuções, nasci para viver, nasci para ter paz.
Tenho saudades de um novo tudo, de um novo tanto, de um novo rumo. Tenho saudades da saudade. Sinto falta da minha mãe. Aquela que todas as noites me dizia para apagar a luz e descansar, para que no dia seguinte estivesse com forças para lutar contra o inimigo que me poderia perceguir. Sinto falta dos abraços sem fim que tinha todas as noites, das histórias mágicas onde maior parte delas eu adormeçia.
Sinto falta daquela mão que me levantava dia – e – noite, aquela mão que me tocava e que me dizia para seguir em frente com novas estatisticas, com novas personagens, com novas noticias. A saudade, prende-me no peito, e aperta meus braços.
Sorria todos os dias com todos os teus ataques de risos, estremecia quando me dizias algo em que eu me arrepiava, chorava quando necessitava, e todas a lagrimas derramadas no teu corpo.
Emensa saudade eu tenho, de quando nos punhamos no bailoiço da tia do lado, quando brincavamos ás casinhas e quando bebiamos copos e copões de sumo compal. Não esqueço cada momento que passei.
Hoje, tudo é diferente, a vida mudou de rumo. As pessoas fugiram de mim e não me deram a mão. Fiquei sozinho na escuridão. Incolhi-me naquele obscuro buraco, e chorei pela vida, gritei pelo que perdi, sofri por não a voltar a ver.
Quero ser jovem, adulto, crescer mais e sorrir bastante. Quero aprender a ser o que nunca fui.
Nas contas todas, quero tudo e não tenho.
dreaming of what could be.
O verdadeiro desejo está no meu olhar. Perante aquela cor absorvida em meus olhos.
O desejo é demasiado para o criticar, ou denunciar. Um dia eu acordei, sai do rebanho, despertei meu sentimente apenas numa palavra: "desejo". Desejei ser diferente de todas as pessoas, desejei ser mais visivel á realidade. Desejei, desejar o meu desejo.
Penetrar cada canto sem estragos quais queres. Surgir um sorriso sem um choro qualquer. Mas desejei e continuo a desejar. Sempre desejei caminhar sobre aquela estrada onde me dizia que era nela que era o meu devido lugar.
Eu senti felicidade, arrepiei-me com aqueles zumbidos no meu ouvido esquerdo. Mas nunca perdi a vontade de desejar o que em mente me ocorria.
Continuei com mais três passos em frente. Com mais quatro, e de momento para momento, mas cinco caminhei.
Cheguei ao cimo do desejo que sempre me mentalizei. Discobri o desejo que sempre desejei. Hoje, reforçei com a enorme vontade, que o meu desejo sempre foi, "mostrar ao mundo o quanto eu consigo mostrar. Reabrir os olhos e mostrar o que sou capaz de fazer, o desafio que tenho. Mostrar ao mundo que eu tenho um estrela dentro de mim, que um pigmento de sonhos eu tenho."
Sonhei sem sonhar, mas sonhei em dançar. Faz parte de mim mexer o corpo, sentir o vento bater-me no rosto sem estragar o sentido primitido.
wanna feel the warm breeze,
sleep under a palm tree, feel the rush of the ocean.