Era
uma vez um jovem rapaz, que tinha 12 anos e tinha passado mais um ano escolar,
isto para o 5º ano. Era um rapazinho muito meigo, muito divertido, e gostava de
ajudar as pessoas que via sentirem-se mal com a vida. Ele adorava estar todos
os dias com as suas amigas. Passeava todos os dias pelos cantos da escola com a
sua melhor amiga Sofia. Era muito agarrado a ela. Todos os dias tinham
brincadeiras novas, sorrisos novos, motivos novos, palavras novas, ideias
novas, tudo novo. Até que esse mesmo rapazinho começou a ser observado por um
grupo de rapazes que aparentavam ser rudes, e mal-encarados. Tinham aspeto de
vigaristas, racistas, homofóbicos, cobardes etc. E num entanto, eram mesmo tudo
isso. Esse rapazinho para além de andar com a sua amiga Sofia, andava também
com um grupo de amigas que tinha feito no primeiro dia do ano. Era muito feliz,
sentia-se protegido. Sorria todos os dias para com elas. Até que a uma
determinada altura, o mesmo grupo de rapazes que o observavam, atacaram o rapaz
à saída da escola. Espancaram-no com um guarda-chuva, e fizeram o pobre rapaz
cuspir sangue pela boca e queixar-se no corpo todo. Nesse mesmo instante, esse
rapazinho berrou, e gritou por socorro, pediu ajuda e ninguém estava lá para o
acudir. E ficou ali, estendido no chão. De caminho levantou-se e foi pela rua
fora, a chorar, com dores corporais, cuspindo sempre sangue para o chão. E
todas as pessoas ficavam a olhar para ele, porque viam que ele estava marcado
no seu rosto, e tinha a roupa rasgada. Entretanto chegou a casa, e fechou-se no
quarto a chorar, trincando a almofada de dores. Foi tomar um banho, e vestiu
uma nova roupa, e deitou a outra fora para que mãe não visse. Mas a mãe viu,
não a roupa, mas sim as marcas que no rosto tinha. Perguntando o que se passou,
e o pobre rapaz com medo, ter-lhe dito que caiu e se magoou. No dia a seguir, o
rapaz não queria ir para a escola novamente. Estava com medo. Mas foi! E no dia
seguinte, ele voltou a cruzar-se com o mesmo grupo de rapazes, daí eles não
terem feito nada porque tinha pessoas ao seu redor. Mas o rapazinho fugiu,
correu imenso para não sofrer o mesmo trauma. E todos os dias via aquele grupo
de rapazes, mas o rapaz escondia-se sempre, e todos os dias ao ir para casa,
saia sempre por trás da escola. Havia dias que nem dormia por causa do
acontecimento, e chegava à escola e apoiava a cabeça na mesa e adormecia. E ali
ficava. Até que, chegou à hora de ir embora e o rapaz foi pelas traseiras da
escola, com o medo que temia. Um desse grupo de rapazes, perceberam esse
esquema que o rapaz tinha planeado. Até que, à saída desse mesmo espaço,
estavam lá os rapazes, e meteram-se em roda e o pobre rapaz no meio, e como
devem calcular, voltaram atacar o jovem rapaz. Mas desta vez de uma forma mais
bruta. Digamos, sem piedade. Estenderam de vez o rapaz ali no chão. Até o
empregado da escola ver assim o ter encontrado. O pobre rapaz não se mexia, não
se consiga meter em pé, as suas pernas naquele momento parecia plástico. Tinha
a cara toda “desfigurada”, cheia de cortes, e pisaduras visíveis. O empregado
da escola comunicou com os bombeiros, e passado 10 minutos, mais ou menos, a
ambulância estava na escola e levaram o pobre rapaz. Comunicaram também com a
sua família porque o rapaz tinha ficado inconsciente. Permaneceu no hospital
dois dias. E voltou para casa. A escola teria sido informada que deviam de ter
mais cuidado e mais atenção para os jovens da escola não passarem pelo mesmo
que o pobre rapaz passou. Entretanto, o jovem voltou para a escola, e como é
obvio estava com medo, e ainda se notava marcas no seu rosto.. Todo o mundo
olhou para ele, e as suas amigas preocupadas, foram ter com ele e estiveram
sempre do seu lado. As coisas ficaram calmas, até que o rapazinho tinha um
sonho desde os seus quatro anos de idade. A dança. A dança era a sua grande
paixão. E muitas das vezes, atrás do bloco da escola punha-se a demonstrar
coreografias para as suas amadas amigas, e todos os dias ensinava cada passo a
cada uma delas. E muitos rapazes da escola o criticavam, insultavam, isto só
por andar com raparigas e ensinar essas mesmas meninas a dançar. No entendendo ele
pensou que aquilo era tudo inveja e não quis saber. Até que outro grupinho de
rapazes, invejosos, tentaram atacar o rapaz, mas nesse mesmo instante teve a
sorte de ter as suas amigas por perto. No qual se colocaram no seu meio e não
deixaram que alguém lhe tocasse. E as coisas foram sempre assim, o ano todo!
Insultavam, criticavam, tentavam aproximar-se para lhe encher de porrada. Mas para
esse rapaz as coisas foram mais fáceis, porque ele mostrou-se forte e não
deixou que nada lhe acontecesse. Até que, quando o ano acabou, e o rapaz teria
avançado mais um ano, para o 6º ano. E no primeiro dia de escola pensou ele que
tudo iria ser diferente, que mais ninguém lhe iria meter as mãos em cima. A
primeira semana de escola foi ótima para ele. Conheceu novos amigos/as, novos
professores, tudo tranquilo. Até que, na segunda semana à saída da escola
voltou a ser atacado pelo mesmo grupo que lhe teria marcado no primeiro ano do
5º ano. Dai não ter feito grandes marcas porque o rapaz “conseguiu”
defender-se. Esse mesmo grupo ameaçou-o, e disse-lhe que todos os dias queriam
tabaco, e dinheiro e que se não lhe desse, o jovem rapaz seria espancado. O
rapazinho com medo, tentava todos os dias arranjar tabaco e dinheiro para lhes
dar, até que chegou a um altura em que ele não levou nada, e o grupo de rapazes
ameaçou que queriam algo naquele exato instante se não quem iria sofrer as
consequências era a sua irmã, que frequentava o secundário. Então o rapaz, com
medo, deu o seu telemóvel. E ao mesmo tempo foi espancado novamente. Ele berrou
tanto, e disse em voz alta que estava farto. Farto daquilo lhe estava
acontecer. Até que não aguentou mais e denunciou esses rapazes. E finalmente,
ficou em paz! Hoje tem 15 anos e ao longo do tempo percebeu que devemos de ser
fortes e não deixar os desconhecidos assediarmo-nos. A violência por vezes gera
mortes. E em Portugal, 98% de jovens suicidaram-se por causa do bullying. Mas
esse rapaz pensou, e acordou para a vida. Hoje está feliz, hoje ele é um rapaz
lutador, divertido, ignora tudo que lhe dizem, quer sejam criticas ou insultos.
A vida fez com que ele se torna-se num humano com força e com muito autoestima.
E agora, muitos de vocês perguntam: Mas quem é esse rapaz? Pois é,
surpreendentemente, SOU EU.
Sou eu.
domingo, 4 de novembro de 2012 // 07:58
Era
uma vez um jovem rapaz, que tinha 12 anos e tinha passado mais um ano escolar,
isto para o 5º ano. Era um rapazinho muito meigo, muito divertido, e gostava de
ajudar as pessoas que via sentirem-se mal com a vida. Ele adorava estar todos
os dias com as suas amigas. Passeava todos os dias pelos cantos da escola com a
sua melhor amiga Sofia. Era muito agarrado a ela. Todos os dias tinham
brincadeiras novas, sorrisos novos, motivos novos, palavras novas, ideias
novas, tudo novo. Até que esse mesmo rapazinho começou a ser observado por um
grupo de rapazes que aparentavam ser rudes, e mal-encarados. Tinham aspeto de
vigaristas, racistas, homofóbicos, cobardes etc. E num entanto, eram mesmo tudo
isso. Esse rapazinho para além de andar com a sua amiga Sofia, andava também
com um grupo de amigas que tinha feito no primeiro dia do ano. Era muito feliz,
sentia-se protegido. Sorria todos os dias para com elas. Até que a uma
determinada altura, o mesmo grupo de rapazes que o observavam, atacaram o rapaz
à saída da escola. Espancaram-no com um guarda-chuva, e fizeram o pobre rapaz
cuspir sangue pela boca e queixar-se no corpo todo. Nesse mesmo instante, esse
rapazinho berrou, e gritou por socorro, pediu ajuda e ninguém estava lá para o
acudir. E ficou ali, estendido no chão. De caminho levantou-se e foi pela rua
fora, a chorar, com dores corporais, cuspindo sempre sangue para o chão. E
todas as pessoas ficavam a olhar para ele, porque viam que ele estava marcado
no seu rosto, e tinha a roupa rasgada. Entretanto chegou a casa, e fechou-se no
quarto a chorar, trincando a almofada de dores. Foi tomar um banho, e vestiu
uma nova roupa, e deitou a outra fora para que mãe não visse. Mas a mãe viu,
não a roupa, mas sim as marcas que no rosto tinha. Perguntando o que se passou,
e o pobre rapaz com medo, ter-lhe dito que caiu e se magoou. No dia a seguir, o
rapaz não queria ir para a escola novamente. Estava com medo. Mas foi! E no dia
seguinte, ele voltou a cruzar-se com o mesmo grupo de rapazes, daí eles não
terem feito nada porque tinha pessoas ao seu redor. Mas o rapazinho fugiu,
correu imenso para não sofrer o mesmo trauma. E todos os dias via aquele grupo
de rapazes, mas o rapaz escondia-se sempre, e todos os dias ao ir para casa,
saia sempre por trás da escola. Havia dias que nem dormia por causa do
acontecimento, e chegava à escola e apoiava a cabeça na mesa e adormecia. E ali
ficava. Até que, chegou à hora de ir embora e o rapaz foi pelas traseiras da
escola, com o medo que temia. Um desse grupo de rapazes, perceberam esse
esquema que o rapaz tinha planeado. Até que, à saída desse mesmo espaço,
estavam lá os rapazes, e meteram-se em roda e o pobre rapaz no meio, e como
devem calcular, voltaram atacar o jovem rapaz. Mas desta vez de uma forma mais
bruta. Digamos, sem piedade. Estenderam de vez o rapaz ali no chão. Até o
empregado da escola ver assim o ter encontrado. O pobre rapaz não se mexia, não
se consiga meter em pé, as suas pernas naquele momento parecia plástico. Tinha
a cara toda “desfigurada”, cheia de cortes, e pisaduras visíveis. O empregado
da escola comunicou com os bombeiros, e passado 10 minutos, mais ou menos, a
ambulância estava na escola e levaram o pobre rapaz. Comunicaram também com a
sua família porque o rapaz tinha ficado inconsciente. Permaneceu no hospital
dois dias. E voltou para casa. A escola teria sido informada que deviam de ter
mais cuidado e mais atenção para os jovens da escola não passarem pelo mesmo
que o pobre rapaz passou. Entretanto, o jovem voltou para a escola, e como é
obvio estava com medo, e ainda se notava marcas no seu rosto.. Todo o mundo
olhou para ele, e as suas amigas preocupadas, foram ter com ele e estiveram
sempre do seu lado. As coisas ficaram calmas, até que o rapazinho tinha um
sonho desde os seus quatro anos de idade. A dança. A dança era a sua grande
paixão. E muitas das vezes, atrás do bloco da escola punha-se a demonstrar
coreografias para as suas amadas amigas, e todos os dias ensinava cada passo a
cada uma delas. E muitos rapazes da escola o criticavam, insultavam, isto só
por andar com raparigas e ensinar essas mesmas meninas a dançar. No entendendo ele
pensou que aquilo era tudo inveja e não quis saber. Até que outro grupinho de
rapazes, invejosos, tentaram atacar o rapaz, mas nesse mesmo instante teve a
sorte de ter as suas amigas por perto. No qual se colocaram no seu meio e não
deixaram que alguém lhe tocasse. E as coisas foram sempre assim, o ano todo!
Insultavam, criticavam, tentavam aproximar-se para lhe encher de porrada. Mas para
esse rapaz as coisas foram mais fáceis, porque ele mostrou-se forte e não
deixou que nada lhe acontecesse. Até que, quando o ano acabou, e o rapaz teria
avançado mais um ano, para o 6º ano. E no primeiro dia de escola pensou ele que
tudo iria ser diferente, que mais ninguém lhe iria meter as mãos em cima. A
primeira semana de escola foi ótima para ele. Conheceu novos amigos/as, novos
professores, tudo tranquilo. Até que, na segunda semana à saída da escola
voltou a ser atacado pelo mesmo grupo que lhe teria marcado no primeiro ano do
5º ano. Dai não ter feito grandes marcas porque o rapaz “conseguiu”
defender-se. Esse mesmo grupo ameaçou-o, e disse-lhe que todos os dias queriam
tabaco, e dinheiro e que se não lhe desse, o jovem rapaz seria espancado. O
rapazinho com medo, tentava todos os dias arranjar tabaco e dinheiro para lhes
dar, até que chegou a um altura em que ele não levou nada, e o grupo de rapazes
ameaçou que queriam algo naquele exato instante se não quem iria sofrer as
consequências era a sua irmã, que frequentava o secundário. Então o rapaz, com
medo, deu o seu telemóvel. E ao mesmo tempo foi espancado novamente. Ele berrou
tanto, e disse em voz alta que estava farto. Farto daquilo lhe estava
acontecer. Até que não aguentou mais e denunciou esses rapazes. E finalmente,
ficou em paz! Hoje tem 15 anos e ao longo do tempo percebeu que devemos de ser
fortes e não deixar os desconhecidos assediarmo-nos. A violência por vezes gera
mortes. E em Portugal, 98% de jovens suicidaram-se por causa do bullying. Mas
esse rapaz pensou, e acordou para a vida. Hoje está feliz, hoje ele é um rapaz
lutador, divertido, ignora tudo que lhe dizem, quer sejam criticas ou insultos.
A vida fez com que ele se torna-se num humano com força e com muito autoestima.
E agora, muitos de vocês perguntam: Mas quem é esse rapaz? Pois é,
surpreendentemente, SOU EU.
grew up in a small town.
A mim perguntaram-me quem eu era, quem era eu dentro ou de fora. Sentado naquele rochedo cheio de musgo peganhento, eu olhei perante o sol. Senti aquele frio bater-me no rosto, sem intensão de me deitar ao chão.
Perguntei-me a mim mesmo porque estaria ali, feito um urso sem pai nem mae, sem irmã e parentes da familia. Porque me sinto tão vazio? Porque me sinto tão independente de todas as pessoas que me rodeiam em trono daquele circulo de amigos? Porque ?
Á demasiada independência nesta vida, á demasiado peso, á bastantes rodeios frios e pessoas mortas. Mas porque que este mundo não pensa na vida, mas porque que o mundo não pensa no seu melhor? A distruidora disto tudo é quem me julgou neste mundo, quem me desanparou para o outro lado da rua.
Estou cheio de dores de cabeça, cheio de febre, e a minha mente não consegue racicionar o objéctivo, não consegue chegar ás palavras que foram utilizadas em todos os dicionários.
Estou deprimente por não sentir o desejo, por não poder caminhar pelas ruas novas, por não ter amigos que me fasam feliz! Estou sem pachorra para discuções, nasci para viver, nasci para ter paz.
Tenho saudades de um novo tudo, de um novo tanto, de um novo rumo. Tenho saudades da saudade. Sinto falta da minha mãe. Aquela que todas as noites me dizia para apagar a luz e descansar, para que no dia seguinte estivesse com forças para lutar contra o inimigo que me poderia perceguir. Sinto falta dos abraços sem fim que tinha todas as noites, das histórias mágicas onde maior parte delas eu adormeçia.
Sinto falta daquela mão que me levantava dia – e – noite, aquela mão que me tocava e que me dizia para seguir em frente com novas estatisticas, com novas personagens, com novas noticias. A saudade, prende-me no peito, e aperta meus braços.
Sorria todos os dias com todos os teus ataques de risos, estremecia quando me dizias algo em que eu me arrepiava, chorava quando necessitava, e todas a lagrimas derramadas no teu corpo.
Emensa saudade eu tenho, de quando nos punhamos no bailoiço da tia do lado, quando brincavamos ás casinhas e quando bebiamos copos e copões de sumo compal. Não esqueço cada momento que passei.
Hoje, tudo é diferente, a vida mudou de rumo. As pessoas fugiram de mim e não me deram a mão. Fiquei sozinho na escuridão. Incolhi-me naquele obscuro buraco, e chorei pela vida, gritei pelo que perdi, sofri por não a voltar a ver.
Quero ser jovem, adulto, crescer mais e sorrir bastante. Quero aprender a ser o que nunca fui.
Nas contas todas, quero tudo e não tenho.
dreaming of what could be.
O verdadeiro desejo está no meu olhar. Perante aquela cor absorvida em meus olhos.
O desejo é demasiado para o criticar, ou denunciar. Um dia eu acordei, sai do rebanho, despertei meu sentimente apenas numa palavra: "desejo". Desejei ser diferente de todas as pessoas, desejei ser mais visivel á realidade. Desejei, desejar o meu desejo.
Penetrar cada canto sem estragos quais queres. Surgir um sorriso sem um choro qualquer. Mas desejei e continuo a desejar. Sempre desejei caminhar sobre aquela estrada onde me dizia que era nela que era o meu devido lugar.
Eu senti felicidade, arrepiei-me com aqueles zumbidos no meu ouvido esquerdo. Mas nunca perdi a vontade de desejar o que em mente me ocorria.
Continuei com mais três passos em frente. Com mais quatro, e de momento para momento, mas cinco caminhei.
Cheguei ao cimo do desejo que sempre me mentalizei. Discobri o desejo que sempre desejei. Hoje, reforçei com a enorme vontade, que o meu desejo sempre foi, "mostrar ao mundo o quanto eu consigo mostrar. Reabrir os olhos e mostrar o que sou capaz de fazer, o desafio que tenho. Mostrar ao mundo que eu tenho um estrela dentro de mim, que um pigmento de sonhos eu tenho."
Sonhei sem sonhar, mas sonhei em dançar. Faz parte de mim mexer o corpo, sentir o vento bater-me no rosto sem estragar o sentido primitido.
wanna feel the warm breeze,
sleep under a palm tree, feel the rush of the ocean.