Sabes do que me lembro? Das vezes em que estávamos juntos, e de quando me olhavas nos olhos e me dizias “eu amo-te”. Das vezes em que agarravas a minha mão e fazias-me sentir outra pessoa. Uma pessoa feliz, concretizada, uma pessoa disposta a lutar por tudo que pudesse destruir a nossa relação. Tudo vagueou, e eu sempre pensei e sempre disse que não era e nem nunca foi um “adeus”, mas sim um “até já”. Porque foi mesmo isso que aconteceu. Aqueles dias sem falarmos, aqueles dias sem ti, fazia-me sentir tão vazio, tão inseguro. Chegou ao ponto de me deixar meio maluco. Porque tu vives em mim, tu vives dentro de mim. Tu fazes e sempre fizeste parte de mim. Foi preciso existir um encontro entre ambos e perceber, olhos nos olhos que nós, eu e tu, fazemos parte um do outro. Que fomos feitos um para o outro. Porque eu acredito que sim, acredito que mesmo com todas aquelas discussões, tudo fazia com que o nosso sentimento se torna-se maior, com mais fortaleza, com certezas de que um dia tudo ia dar certo. Valeu a pena, encontrar-te ali, naquela noite. Valeu a pena olhar para ti e agarrar-te intensamente. Valeu a pena dizer-te novamente que te amo, que não vivo sem ti, que és tudo em mim, que me fazes bem, que me fazes sentir outro. Valeu a pena, abraçar-te e dizer-te, “vamos ser felizes, de uma vez por todas”. E hoje eu te prometo, que estarei contigo em qualquer lugar, onde tu fores. Todas as manhãs frias e escuras, as madrugadas medonhas e perigosas, eu estarei ali, para te proteger. A impedir que te magoem. Estarei contigo, em todos os momento que puder, em teu inconsciente eu quero penetrar, nos teus sonhos me intrometer, e nas tuas lembranças eu quero-me encaixar. Sei que fiquei longe por muito tempo, desculpa, mas fica sabendo que em todas as noites eu me lembrava do teu simples sorriso, das suas brincadeiras para me fazer rir, das risadas quando eu tentava-te animar quando não estava com um bom humor. Desculpa-me se te deixei aqui. Desculpa-me se te deixei pensar em me esquecer, mas esquece, o que passou, passou. Hoje eu estou aqui, eu sempre estive, e hoje eu te prometo, não partirei mais, não deixarei tu fugires de mim. Nunca mais. Não vou embora, não sem ti. Não temas, eu estou aqui contigo. Sorri, só te peço para sorrires. Faz-me ver que a minha vida encontrou o que todos querem: o que não merecem. Sorri e faz eu te querer cada vez mais e mais. Sorri e deixa-me apreciar esse sorriso de mais perto, deixe-me te amar enlouquecidamente, deixe-me ter um último prazer de ter-te perto de mim. Eu quero-te amar por toda a minha vida, mas mesmo assim, ainda seria muito pouco. Eu quero-te amar enquanto o sol existir, enquanto a lua ainda sair para dançar ao brilho das estrelas. Eu quero-te amar por toda a existência. Por todas as nossas memórias. Eu quero-te amar para sempre, para o eterno. E acredita, ainda acho que seja pouco. Não sou nada sem ti, e creio, que tu também não sejas nada sem mim. Somos dois em um só. Somos como o verão e o inverno, como as andorinhas no verão. Somos como os batimentos e o coração. Eu preciso de ti, para meu mundo ser melhor. Eu preciso de ti para ser feliz. EU AMO-TE e para toda a minha vida vou-te amar. Mesmo que o amanhã não exista. És tu que eu quero. És tu que me faz bem. É o teu amor que me mantém. Eu estou apaixonado, e me apaixono todos os dias, sempre pela mesma pessoa, por ti. Amo-te e vou amar-te todos os dias, porque sim, Diogo Filipe da Silva Costa, és tu, o homem da minha vida.
Sim, valeu a pena.
domingo, 9 de setembro de 2012 // 06:59
Sabes do que me lembro? Das vezes em que estávamos juntos, e de quando me olhavas nos olhos e me dizias “eu amo-te”. Das vezes em que agarravas a minha mão e fazias-me sentir outra pessoa. Uma pessoa feliz, concretizada, uma pessoa disposta a lutar por tudo que pudesse destruir a nossa relação. Tudo vagueou, e eu sempre pensei e sempre disse que não era e nem nunca foi um “adeus”, mas sim um “até já”. Porque foi mesmo isso que aconteceu. Aqueles dias sem falarmos, aqueles dias sem ti, fazia-me sentir tão vazio, tão inseguro. Chegou ao ponto de me deixar meio maluco. Porque tu vives em mim, tu vives dentro de mim. Tu fazes e sempre fizeste parte de mim. Foi preciso existir um encontro entre ambos e perceber, olhos nos olhos que nós, eu e tu, fazemos parte um do outro. Que fomos feitos um para o outro. Porque eu acredito que sim, acredito que mesmo com todas aquelas discussões, tudo fazia com que o nosso sentimento se torna-se maior, com mais fortaleza, com certezas de que um dia tudo ia dar certo. Valeu a pena, encontrar-te ali, naquela noite. Valeu a pena olhar para ti e agarrar-te intensamente. Valeu a pena dizer-te novamente que te amo, que não vivo sem ti, que és tudo em mim, que me fazes bem, que me fazes sentir outro. Valeu a pena, abraçar-te e dizer-te, “vamos ser felizes, de uma vez por todas”. E hoje eu te prometo, que estarei contigo em qualquer lugar, onde tu fores. Todas as manhãs frias e escuras, as madrugadas medonhas e perigosas, eu estarei ali, para te proteger. A impedir que te magoem. Estarei contigo, em todos os momento que puder, em teu inconsciente eu quero penetrar, nos teus sonhos me intrometer, e nas tuas lembranças eu quero-me encaixar. Sei que fiquei longe por muito tempo, desculpa, mas fica sabendo que em todas as noites eu me lembrava do teu simples sorriso, das suas brincadeiras para me fazer rir, das risadas quando eu tentava-te animar quando não estava com um bom humor. Desculpa-me se te deixei aqui. Desculpa-me se te deixei pensar em me esquecer, mas esquece, o que passou, passou. Hoje eu estou aqui, eu sempre estive, e hoje eu te prometo, não partirei mais, não deixarei tu fugires de mim. Nunca mais. Não vou embora, não sem ti. Não temas, eu estou aqui contigo. Sorri, só te peço para sorrires. Faz-me ver que a minha vida encontrou o que todos querem: o que não merecem. Sorri e faz eu te querer cada vez mais e mais. Sorri e deixa-me apreciar esse sorriso de mais perto, deixe-me te amar enlouquecidamente, deixe-me ter um último prazer de ter-te perto de mim. Eu quero-te amar por toda a minha vida, mas mesmo assim, ainda seria muito pouco. Eu quero-te amar enquanto o sol existir, enquanto a lua ainda sair para dançar ao brilho das estrelas. Eu quero-te amar por toda a existência. Por todas as nossas memórias. Eu quero-te amar para sempre, para o eterno. E acredita, ainda acho que seja pouco. Não sou nada sem ti, e creio, que tu também não sejas nada sem mim. Somos dois em um só. Somos como o verão e o inverno, como as andorinhas no verão. Somos como os batimentos e o coração. Eu preciso de ti, para meu mundo ser melhor. Eu preciso de ti para ser feliz. EU AMO-TE e para toda a minha vida vou-te amar. Mesmo que o amanhã não exista. És tu que eu quero. És tu que me faz bem. É o teu amor que me mantém. Eu estou apaixonado, e me apaixono todos os dias, sempre pela mesma pessoa, por ti. Amo-te e vou amar-te todos os dias, porque sim, Diogo Filipe da Silva Costa, és tu, o homem da minha vida.
grew up in a small town.
A mim perguntaram-me quem eu era, quem era eu dentro ou de fora. Sentado naquele rochedo cheio de musgo peganhento, eu olhei perante o sol. Senti aquele frio bater-me no rosto, sem intensão de me deitar ao chão.
Perguntei-me a mim mesmo porque estaria ali, feito um urso sem pai nem mae, sem irmã e parentes da familia. Porque me sinto tão vazio? Porque me sinto tão independente de todas as pessoas que me rodeiam em trono daquele circulo de amigos? Porque ?
Á demasiada independência nesta vida, á demasiado peso, á bastantes rodeios frios e pessoas mortas. Mas porque que este mundo não pensa na vida, mas porque que o mundo não pensa no seu melhor? A distruidora disto tudo é quem me julgou neste mundo, quem me desanparou para o outro lado da rua.
Estou cheio de dores de cabeça, cheio de febre, e a minha mente não consegue racicionar o objéctivo, não consegue chegar ás palavras que foram utilizadas em todos os dicionários.
Estou deprimente por não sentir o desejo, por não poder caminhar pelas ruas novas, por não ter amigos que me fasam feliz! Estou sem pachorra para discuções, nasci para viver, nasci para ter paz.
Tenho saudades de um novo tudo, de um novo tanto, de um novo rumo. Tenho saudades da saudade. Sinto falta da minha mãe. Aquela que todas as noites me dizia para apagar a luz e descansar, para que no dia seguinte estivesse com forças para lutar contra o inimigo que me poderia perceguir. Sinto falta dos abraços sem fim que tinha todas as noites, das histórias mágicas onde maior parte delas eu adormeçia.
Sinto falta daquela mão que me levantava dia – e – noite, aquela mão que me tocava e que me dizia para seguir em frente com novas estatisticas, com novas personagens, com novas noticias. A saudade, prende-me no peito, e aperta meus braços.
Sorria todos os dias com todos os teus ataques de risos, estremecia quando me dizias algo em que eu me arrepiava, chorava quando necessitava, e todas a lagrimas derramadas no teu corpo.
Emensa saudade eu tenho, de quando nos punhamos no bailoiço da tia do lado, quando brincavamos ás casinhas e quando bebiamos copos e copões de sumo compal. Não esqueço cada momento que passei.
Hoje, tudo é diferente, a vida mudou de rumo. As pessoas fugiram de mim e não me deram a mão. Fiquei sozinho na escuridão. Incolhi-me naquele obscuro buraco, e chorei pela vida, gritei pelo que perdi, sofri por não a voltar a ver.
Quero ser jovem, adulto, crescer mais e sorrir bastante. Quero aprender a ser o que nunca fui.
Nas contas todas, quero tudo e não tenho.
dreaming of what could be.
O verdadeiro desejo está no meu olhar. Perante aquela cor absorvida em meus olhos.
O desejo é demasiado para o criticar, ou denunciar. Um dia eu acordei, sai do rebanho, despertei meu sentimente apenas numa palavra: "desejo". Desejei ser diferente de todas as pessoas, desejei ser mais visivel á realidade. Desejei, desejar o meu desejo.
Penetrar cada canto sem estragos quais queres. Surgir um sorriso sem um choro qualquer. Mas desejei e continuo a desejar. Sempre desejei caminhar sobre aquela estrada onde me dizia que era nela que era o meu devido lugar.
Eu senti felicidade, arrepiei-me com aqueles zumbidos no meu ouvido esquerdo. Mas nunca perdi a vontade de desejar o que em mente me ocorria.
Continuei com mais três passos em frente. Com mais quatro, e de momento para momento, mas cinco caminhei.
Cheguei ao cimo do desejo que sempre me mentalizei. Discobri o desejo que sempre desejei. Hoje, reforçei com a enorme vontade, que o meu desejo sempre foi, "mostrar ao mundo o quanto eu consigo mostrar. Reabrir os olhos e mostrar o que sou capaz de fazer, o desafio que tenho. Mostrar ao mundo que eu tenho um estrela dentro de mim, que um pigmento de sonhos eu tenho."
Sonhei sem sonhar, mas sonhei em dançar. Faz parte de mim mexer o corpo, sentir o vento bater-me no rosto sem estragar o sentido primitido.
wanna feel the warm breeze,
sleep under a palm tree, feel the rush of the ocean.