É engraçado esse teu jeito de me tratar, este meu jeito de
te amar, esse carinho por parte de nós dois. O teu sorriso traz-me uma
lembrança tão nítida como da primeira vez que nos beijamos. Lembro até mesmo de
teu tom de voz, quando me disse-te “Eu amo-te” pela primeira vez. Demorou para
tudo tornar-se tão claro. Somos engraçados, somos tímidos e somos apaixonados.
Lembro de quando falávamos via indiretas, ou até mesmo via olhares, mas o medo
e o receio sempre tomava posse de nosso entendimento. Então, a indireta mais
clara, não era compreendida. Os olhares mais puros, eram imaginados
terrivelmente dececionantes. Mas tudo era só expectativa, tipicamente de um
jovem casal apaixonado. Jovens, mas com um sentimento tão maduro, para quem
sabe medi-lo. Ou não. Pois acho que esse meu sentimento não tem um limite ou um
fim, acho que faria qualquer coisa por ti. Porque? Porque tu farias o mesmo por
mim. Ou porque tu trouxeste-me algo que eu pagaria com a minha própria vida,
trouxeste-me a felicidade. É diferente de tudo, não é algo que eu possa tomar
posse, mas que eu tenho em mim. Porque a minha felicidade, apenas tu podes
carregar, e quanto a tua, apenas eu posso carregar. Destino? Talvez. Sei que
quem quer que seja que me trouxe ti, terá a minha eterna gratidão. Desde a primeira vez que tu me revelaste os teus
sentimentos, abriu as portas para um novo mundo, para um novo rumo, deixaste-me
criar um mundo só nosso. Eu preciso de ti e tu precisas de mim.Mas sabes o que seria bom? Seria bom tu estares aqui,
comigo, agora. E se tu quiseres, amanhã também e depois. Até quando tu quiseres.
A minha preferência é de que seja muito tempo, algo como, para sempre. E a cada
momento que eu tiver contigo a meu lado, tiver os teus beijos, os teus abraços,
vou querer ainda mais. Tu já te tornaste o meu maior vício. Vício no qual eu
não me envergonho de ter, não acho nada incomodativo. Porque eu sei, que tu és
a pessoa certa. Aquela pessoa que me vai ver numas calças pretas, camisa
branca, casaco preto e um laçarote preto, és tu! És tu que vai colocar uma
aliança no meu dedo e me beijar. Que vai acordar-me com um beijo, que eu vou
preparar o teu café da manhã, que vou-te fazer surpresas, e tu a mim. Aquela
pessoa que vai estar ao meu lado, na alegria e na tristeza, que vai-me apoiar
em tudo o que eu fizer, que vai sentir ciúme. Aquele que envelhecerá ao meu
lado, até o último dia de nossas vidas.Apenas te peço: fica comigo para sempre? Faz-me feliz para
toda a minha vida. Eu prometo, dar-te tudo o que for preciso, para te fazer
feliz. Amo-te, homem da minha vida! Isto era o que tinha guardado para ti. E tudo foi embora,
não porque quiseste, não porque quis! Mas sim porque foi o melhor para os dois.
Estou perdido, e confuso com a vida. Estou confuso se o amor realmente existe.
Estou confuso se na verdade tu eras pessoas mudada que eu pensava que eras, ou
que estavas. E por toda a confusão na minha cabeça, decidi partir. E sofrer de
uma vez por todas. Tudo aquilo que não sofri.
Tudo aquilo que não sofri.
domingo, 23 de setembro de 2012 // 05:03
É engraçado esse teu jeito de me tratar, este meu jeito de
te amar, esse carinho por parte de nós dois. O teu sorriso traz-me uma
lembrança tão nítida como da primeira vez que nos beijamos. Lembro até mesmo de
teu tom de voz, quando me disse-te “Eu amo-te” pela primeira vez. Demorou para
tudo tornar-se tão claro. Somos engraçados, somos tímidos e somos apaixonados.
Lembro de quando falávamos via indiretas, ou até mesmo via olhares, mas o medo
e o receio sempre tomava posse de nosso entendimento. Então, a indireta mais
clara, não era compreendida. Os olhares mais puros, eram imaginados
terrivelmente dececionantes. Mas tudo era só expectativa, tipicamente de um
jovem casal apaixonado. Jovens, mas com um sentimento tão maduro, para quem
sabe medi-lo. Ou não. Pois acho que esse meu sentimento não tem um limite ou um
fim, acho que faria qualquer coisa por ti. Porque? Porque tu farias o mesmo por
mim. Ou porque tu trouxeste-me algo que eu pagaria com a minha própria vida,
trouxeste-me a felicidade. É diferente de tudo, não é algo que eu possa tomar
posse, mas que eu tenho em mim. Porque a minha felicidade, apenas tu podes
carregar, e quanto a tua, apenas eu posso carregar. Destino? Talvez. Sei que
quem quer que seja que me trouxe ti, terá a minha eterna gratidão. Desde a primeira vez que tu me revelaste os teus
sentimentos, abriu as portas para um novo mundo, para um novo rumo, deixaste-me
criar um mundo só nosso. Eu preciso de ti e tu precisas de mim.Mas sabes o que seria bom? Seria bom tu estares aqui,
comigo, agora. E se tu quiseres, amanhã também e depois. Até quando tu quiseres.
A minha preferência é de que seja muito tempo, algo como, para sempre. E a cada
momento que eu tiver contigo a meu lado, tiver os teus beijos, os teus abraços,
vou querer ainda mais. Tu já te tornaste o meu maior vício. Vício no qual eu
não me envergonho de ter, não acho nada incomodativo. Porque eu sei, que tu és
a pessoa certa. Aquela pessoa que me vai ver numas calças pretas, camisa
branca, casaco preto e um laçarote preto, és tu! És tu que vai colocar uma
aliança no meu dedo e me beijar. Que vai acordar-me com um beijo, que eu vou
preparar o teu café da manhã, que vou-te fazer surpresas, e tu a mim. Aquela
pessoa que vai estar ao meu lado, na alegria e na tristeza, que vai-me apoiar
em tudo o que eu fizer, que vai sentir ciúme. Aquele que envelhecerá ao meu
lado, até o último dia de nossas vidas.Apenas te peço: fica comigo para sempre? Faz-me feliz para
toda a minha vida. Eu prometo, dar-te tudo o que for preciso, para te fazer
feliz. Amo-te, homem da minha vida! Isto era o que tinha guardado para ti. E tudo foi embora,
não porque quiseste, não porque quis! Mas sim porque foi o melhor para os dois.
Estou perdido, e confuso com a vida. Estou confuso se o amor realmente existe.
Estou confuso se na verdade tu eras pessoas mudada que eu pensava que eras, ou
que estavas. E por toda a confusão na minha cabeça, decidi partir. E sofrer de
uma vez por todas. Tudo aquilo que não sofri.
grew up in a small town.
A mim perguntaram-me quem eu era, quem era eu dentro ou de fora. Sentado naquele rochedo cheio de musgo peganhento, eu olhei perante o sol. Senti aquele frio bater-me no rosto, sem intensão de me deitar ao chão.
Perguntei-me a mim mesmo porque estaria ali, feito um urso sem pai nem mae, sem irmã e parentes da familia. Porque me sinto tão vazio? Porque me sinto tão independente de todas as pessoas que me rodeiam em trono daquele circulo de amigos? Porque ?
Á demasiada independência nesta vida, á demasiado peso, á bastantes rodeios frios e pessoas mortas. Mas porque que este mundo não pensa na vida, mas porque que o mundo não pensa no seu melhor? A distruidora disto tudo é quem me julgou neste mundo, quem me desanparou para o outro lado da rua.
Estou cheio de dores de cabeça, cheio de febre, e a minha mente não consegue racicionar o objéctivo, não consegue chegar ás palavras que foram utilizadas em todos os dicionários.
Estou deprimente por não sentir o desejo, por não poder caminhar pelas ruas novas, por não ter amigos que me fasam feliz! Estou sem pachorra para discuções, nasci para viver, nasci para ter paz.
Tenho saudades de um novo tudo, de um novo tanto, de um novo rumo. Tenho saudades da saudade. Sinto falta da minha mãe. Aquela que todas as noites me dizia para apagar a luz e descansar, para que no dia seguinte estivesse com forças para lutar contra o inimigo que me poderia perceguir. Sinto falta dos abraços sem fim que tinha todas as noites, das histórias mágicas onde maior parte delas eu adormeçia.
Sinto falta daquela mão que me levantava dia – e – noite, aquela mão que me tocava e que me dizia para seguir em frente com novas estatisticas, com novas personagens, com novas noticias. A saudade, prende-me no peito, e aperta meus braços.
Sorria todos os dias com todos os teus ataques de risos, estremecia quando me dizias algo em que eu me arrepiava, chorava quando necessitava, e todas a lagrimas derramadas no teu corpo.
Emensa saudade eu tenho, de quando nos punhamos no bailoiço da tia do lado, quando brincavamos ás casinhas e quando bebiamos copos e copões de sumo compal. Não esqueço cada momento que passei.
Hoje, tudo é diferente, a vida mudou de rumo. As pessoas fugiram de mim e não me deram a mão. Fiquei sozinho na escuridão. Incolhi-me naquele obscuro buraco, e chorei pela vida, gritei pelo que perdi, sofri por não a voltar a ver.
Quero ser jovem, adulto, crescer mais e sorrir bastante. Quero aprender a ser o que nunca fui.
Nas contas todas, quero tudo e não tenho.
dreaming of what could be.
O verdadeiro desejo está no meu olhar. Perante aquela cor absorvida em meus olhos.
O desejo é demasiado para o criticar, ou denunciar. Um dia eu acordei, sai do rebanho, despertei meu sentimente apenas numa palavra: "desejo". Desejei ser diferente de todas as pessoas, desejei ser mais visivel á realidade. Desejei, desejar o meu desejo.
Penetrar cada canto sem estragos quais queres. Surgir um sorriso sem um choro qualquer. Mas desejei e continuo a desejar. Sempre desejei caminhar sobre aquela estrada onde me dizia que era nela que era o meu devido lugar.
Eu senti felicidade, arrepiei-me com aqueles zumbidos no meu ouvido esquerdo. Mas nunca perdi a vontade de desejar o que em mente me ocorria.
Continuei com mais três passos em frente. Com mais quatro, e de momento para momento, mas cinco caminhei.
Cheguei ao cimo do desejo que sempre me mentalizei. Discobri o desejo que sempre desejei. Hoje, reforçei com a enorme vontade, que o meu desejo sempre foi, "mostrar ao mundo o quanto eu consigo mostrar. Reabrir os olhos e mostrar o que sou capaz de fazer, o desafio que tenho. Mostrar ao mundo que eu tenho um estrela dentro de mim, que um pigmento de sonhos eu tenho."
Sonhei sem sonhar, mas sonhei em dançar. Faz parte de mim mexer o corpo, sentir o vento bater-me no rosto sem estragar o sentido primitido.
wanna feel the warm breeze,
sleep under a palm tree, feel the rush of the ocean.