Palavra forte, esse até já, não é? Traz uma ideia bruta, um peso maior do que parece ser possível carregar. Em um primeiro momento, talvez seja essa a impressão inicial que se tem, mas com o passar do tempo, é possível ver que somoscapazesde suportar qualquer peso que for, apesar de não termos essa consciência inicial, visto que sair da zona de conforto, para testar novas possibilidades, não é habitual para ninguém. Ninguém gosta de perder, ninguém quer ficar por baixo. Acontece que isso é necessário para que se abra um leque de novas possibilidades. É muito cómodo ficar numa situação que, embora pareça confortável, só se desgasta a cada dia que passa. Sair dessa situação não é enganar ninguém, ainda que o outro lado refute em aceitar. As mudanças são imprescindíveis, muda-se o jeito, muda-se a pessoa, muda-se o local, tudo em busca de algo que satisfaça as necessidades de um determinado momento. E toda a dor que um humano suporta, é aquela dor que nunca ninguém devia de sentir. E sabes a que conclusão cheguei? Que na vida todos os seres humanos sofrem, que não merecem toda esta dor. Porque muitos dão demais, e outros recebem menos. E comigo foi exactamente a mesma coisa. Em toda a minha vida eu pedi segurança, pedi amor, pedi felicidade, em toda a minha vida eu pedi um alguém. Sim um alguém que me pudesse fazer feliz. Um alguém que me desse a mão e partilhasse comigo todo o sentimento, toda a tristeza. Que partilhasse somente comigo todos os momentos jamais vividos em mina vida. E num desfecho, eu vi a nossa história cair no chão, e tudo ficar sobre um túnel escuro, e assustador. Dei a minha vida porque senti que tu eras a pessoa certa para mim, e o meu erro foi mesmo esse, ter-me entregado em teus braços. Foi de pressa demais. E agora estamos assim não é? Dói muito não dói? O meu coração está desfeito em pedaços de tanta dor junta. O meu sorriso já não é o mesmo depois tanta insegurança. Os meus olhos já não brilham porque não te vejo mais. E sabes o que sinto? Que apesar de tudo eu fui feliz, porque tu fizeste a minha pessoa feliz, mas não o suficiente, e eu não sei porquê. E sei que por mais que te possa dar uma oportunidade tudo volte acontecer, como da última discussão. Por isso, esta é a minha despedida. Não consigo atirar-me para teus braços novamente, o medo falou e fala mais alto do que a minha pessoa. Estou muito magoado com o que aconteceu, e dói muito, dizer-te tudo isto. O que nunca te quis dizer. Quer-te feliz e notoriamente quero um sorriso teu todos os dias. Preciso de tempo, preciso de te ver mudado, preciso sentir que estás a mudar. Preciso de ver o que realmente fazias por mim, preciso de espaço, preciso de paz, preciso que não sejas a pessoa fria que sempre foste comigo. Não quero que mudes por minha causa, mas sim por ti. Para seres feliz de uma vez por todas. Amo-te e vou amar-te o resto da minha vida toda, até já. :c
Até já.
terça-feira, 14 de agosto de 2012 // 14:22
Palavra forte, esse até já, não é? Traz uma ideia bruta, um peso maior do que parece ser possível carregar. Em um primeiro momento, talvez seja essa a impressão inicial que se tem, mas com o passar do tempo, é possível ver que somoscapazesde suportar qualquer peso que for, apesar de não termos essa consciência inicial, visto que sair da zona de conforto, para testar novas possibilidades, não é habitual para ninguém. Ninguém gosta de perder, ninguém quer ficar por baixo. Acontece que isso é necessário para que se abra um leque de novas possibilidades. É muito cómodo ficar numa situação que, embora pareça confortável, só se desgasta a cada dia que passa. Sair dessa situação não é enganar ninguém, ainda que o outro lado refute em aceitar. As mudanças são imprescindíveis, muda-se o jeito, muda-se a pessoa, muda-se o local, tudo em busca de algo que satisfaça as necessidades de um determinado momento. E toda a dor que um humano suporta, é aquela dor que nunca ninguém devia de sentir. E sabes a que conclusão cheguei? Que na vida todos os seres humanos sofrem, que não merecem toda esta dor. Porque muitos dão demais, e outros recebem menos. E comigo foi exactamente a mesma coisa. Em toda a minha vida eu pedi segurança, pedi amor, pedi felicidade, em toda a minha vida eu pedi um alguém. Sim um alguém que me pudesse fazer feliz. Um alguém que me desse a mão e partilhasse comigo todo o sentimento, toda a tristeza. Que partilhasse somente comigo todos os momentos jamais vividos em mina vida. E num desfecho, eu vi a nossa história cair no chão, e tudo ficar sobre um túnel escuro, e assustador. Dei a minha vida porque senti que tu eras a pessoa certa para mim, e o meu erro foi mesmo esse, ter-me entregado em teus braços. Foi de pressa demais. E agora estamos assim não é? Dói muito não dói? O meu coração está desfeito em pedaços de tanta dor junta. O meu sorriso já não é o mesmo depois tanta insegurança. Os meus olhos já não brilham porque não te vejo mais. E sabes o que sinto? Que apesar de tudo eu fui feliz, porque tu fizeste a minha pessoa feliz, mas não o suficiente, e eu não sei porquê. E sei que por mais que te possa dar uma oportunidade tudo volte acontecer, como da última discussão. Por isso, esta é a minha despedida. Não consigo atirar-me para teus braços novamente, o medo falou e fala mais alto do que a minha pessoa. Estou muito magoado com o que aconteceu, e dói muito, dizer-te tudo isto. O que nunca te quis dizer. Quer-te feliz e notoriamente quero um sorriso teu todos os dias. Preciso de tempo, preciso de te ver mudado, preciso sentir que estás a mudar. Preciso de ver o que realmente fazias por mim, preciso de espaço, preciso de paz, preciso que não sejas a pessoa fria que sempre foste comigo. Não quero que mudes por minha causa, mas sim por ti. Para seres feliz de uma vez por todas. Amo-te e vou amar-te o resto da minha vida toda, até já. :c
grew up in a small town.
A mim perguntaram-me quem eu era, quem era eu dentro ou de fora. Sentado naquele rochedo cheio de musgo peganhento, eu olhei perante o sol. Senti aquele frio bater-me no rosto, sem intensão de me deitar ao chão.
Perguntei-me a mim mesmo porque estaria ali, feito um urso sem pai nem mae, sem irmã e parentes da familia. Porque me sinto tão vazio? Porque me sinto tão independente de todas as pessoas que me rodeiam em trono daquele circulo de amigos? Porque ?
Á demasiada independência nesta vida, á demasiado peso, á bastantes rodeios frios e pessoas mortas. Mas porque que este mundo não pensa na vida, mas porque que o mundo não pensa no seu melhor? A distruidora disto tudo é quem me julgou neste mundo, quem me desanparou para o outro lado da rua.
Estou cheio de dores de cabeça, cheio de febre, e a minha mente não consegue racicionar o objéctivo, não consegue chegar ás palavras que foram utilizadas em todos os dicionários.
Estou deprimente por não sentir o desejo, por não poder caminhar pelas ruas novas, por não ter amigos que me fasam feliz! Estou sem pachorra para discuções, nasci para viver, nasci para ter paz.
Tenho saudades de um novo tudo, de um novo tanto, de um novo rumo. Tenho saudades da saudade. Sinto falta da minha mãe. Aquela que todas as noites me dizia para apagar a luz e descansar, para que no dia seguinte estivesse com forças para lutar contra o inimigo que me poderia perceguir. Sinto falta dos abraços sem fim que tinha todas as noites, das histórias mágicas onde maior parte delas eu adormeçia.
Sinto falta daquela mão que me levantava dia – e – noite, aquela mão que me tocava e que me dizia para seguir em frente com novas estatisticas, com novas personagens, com novas noticias. A saudade, prende-me no peito, e aperta meus braços.
Sorria todos os dias com todos os teus ataques de risos, estremecia quando me dizias algo em que eu me arrepiava, chorava quando necessitava, e todas a lagrimas derramadas no teu corpo.
Emensa saudade eu tenho, de quando nos punhamos no bailoiço da tia do lado, quando brincavamos ás casinhas e quando bebiamos copos e copões de sumo compal. Não esqueço cada momento que passei.
Hoje, tudo é diferente, a vida mudou de rumo. As pessoas fugiram de mim e não me deram a mão. Fiquei sozinho na escuridão. Incolhi-me naquele obscuro buraco, e chorei pela vida, gritei pelo que perdi, sofri por não a voltar a ver.
Quero ser jovem, adulto, crescer mais e sorrir bastante. Quero aprender a ser o que nunca fui.
Nas contas todas, quero tudo e não tenho.
dreaming of what could be.
O verdadeiro desejo está no meu olhar. Perante aquela cor absorvida em meus olhos.
O desejo é demasiado para o criticar, ou denunciar. Um dia eu acordei, sai do rebanho, despertei meu sentimente apenas numa palavra: "desejo". Desejei ser diferente de todas as pessoas, desejei ser mais visivel á realidade. Desejei, desejar o meu desejo.
Penetrar cada canto sem estragos quais queres. Surgir um sorriso sem um choro qualquer. Mas desejei e continuo a desejar. Sempre desejei caminhar sobre aquela estrada onde me dizia que era nela que era o meu devido lugar.
Eu senti felicidade, arrepiei-me com aqueles zumbidos no meu ouvido esquerdo. Mas nunca perdi a vontade de desejar o que em mente me ocorria.
Continuei com mais três passos em frente. Com mais quatro, e de momento para momento, mas cinco caminhei.
Cheguei ao cimo do desejo que sempre me mentalizei. Discobri o desejo que sempre desejei. Hoje, reforçei com a enorme vontade, que o meu desejo sempre foi, "mostrar ao mundo o quanto eu consigo mostrar. Reabrir os olhos e mostrar o que sou capaz de fazer, o desafio que tenho. Mostrar ao mundo que eu tenho um estrela dentro de mim, que um pigmento de sonhos eu tenho."
Sonhei sem sonhar, mas sonhei em dançar. Faz parte de mim mexer o corpo, sentir o vento bater-me no rosto sem estragar o sentido primitido.
wanna feel the warm breeze,
sleep under a palm tree, feel the rush of the ocean.