O amor pode nos tornar patéticos, pode nos tornar seres irracionais que fazem qualquer coisa para ganhar um sorriso e um abraço como agradecimento, as vezes ser patético vale a pena quando conseguimos tornar felizes aqueles que amamos, amor não é apenas momentos felizes, amar depende também de momentos tristes, de brigas e lagrimas, quem ama apenas a felicidade não ama nem a si próprio, pois nem sempre somos felizes, nem sempre somos as melhores pessoas do mundo. E então quando não somos correspondidos ou então quando somos ignorados, a primeira coisa que pensamos é desistir. Uma palavra tão pequena de uma dor tão grande. Mas a vezes é necessário desistir, para se ganhar, acabar com certos vícios, apegos e manias para se tornar alguém melhor. Se afastar de algumas pessoas para o próprio bem. É difícil e bem doloroso , mas vale a pena. Talvez a chave de tudo esteja em apenas desistir.
Amo-te!
sábado, 5 de janeiro de 2013 // 18:22
Como será
possível alguém completar o outro tão perfeitamente?Não tenho mais dúvidas de que tu és a minha
metade, és o que faltava em mim. Agora entendo o porque de antes, nada para mim
era perfeito. Faltava a metade do meu coração. Faltavas tu. Agora tudo se
encaixa, tudo se explica porque me sinto mais completo. Contigo tenho os meus melhores
momentos, momentos que antes mantinha no pensamento. Não sei como, mas sou
capaz de te amar ainda mais e a cada segundo que passa. Só te peço para que
nunca te esqueças que eu AMO-TE e que minha vida passou a ter realmente um sentido
a partir do momento que tu passaste a fazer parte dela, uma parte
exageradamente grande. Tu és a minha vida! E eu amo-te
incondicionalmente.
E o melhor é dizer Adeus.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012 // 17:31
E já passou imenso tempo, e eu sempre quis
dissolver as minhas promessas num determinado espaço copulo de sorriso e
momentos inesquecíveis. A vida ofereceu-me várias etapas: Sorrir, crescer,
aprender, cair e levantar. Já sorri por motivos fortes, já cresci por cair
demasiadas vezes, já aprendi por receber desilusão no dia-a-dia. Já cai mas
voltei a levantar-me. E tudo o que sou hoje, sou devido à cumplicidade que
tenho diante a vida. Não sabes do que falo, mas um dia vais perceber que a dor
que ainda permanece em mim, ainda me magoa. E magoa tanto, mas tanto que passo
dias sem comer, passo dias sem dormir, sem perceber o motivo de estar aqui,
diante deste mundo infantil, por vezes. Há dias que é difícil de explicar o que
sentimos. Quer seja pensamento mau, quer seja pensamento bom. Há dias que não
dá para evitar e esconder mais a dor que sentimos, e por vezes acabamos por
descarregar tudo em cima de quem não tem a culpa. Só não entendo como sou assim
tão fácil, tão sensível. Não entendo porque sou assim tão nobre, tão maduro. Não
entendo.
Nos dias de hoje percebo menos o que as
pessoas têm dentro das suas cabeças. Tem dias que penso que amar muitos sabe e
poucos demonstram. E isso decorresse à devasta confiança que criamos assim, tão
facilmente. Há momentos que penso que não queres saber quem eu sou, há momentos
que vejo que para ti sou apenas mais um, tem dias que penso que sou um peso
para ti. Há dias que me deito a pensar “Eu sou o alvo de pesos na vida dele.
Será melhor desistir ou continuar arriscar?”. Tudo tem sido assim, todos os
dias. Por momentos estás perto, como por momentos estás distante, assim como se
não fosse ninguém para ti, como se não existisse. Mas sabes o porque de ainda
conseguir sorrir? Porque quando estás perto és aquele doce e lindo rapaz que
nunca ninguém foi comigo. És aquele rapaz doce e meigo que me consola todas as
noites com magnificas palavras que só tu sabes desvendar. És aquele que me
consegue por a sorrir com uma simples frase, com uma simples mensagem, com uma
simples palavra. És aquele que me faz e tem o poder de fazer com que sonhe
contigo todas as noites. E por momentos acho-te perfeito, como por momentos
acho-te incapacitado de me conseguir fazer feliz. E digo incapacitado porque há
momentos em que me ignoras, que não sou ninguém para ti. E quando me falas é
porque eu falo, e quando eu não falo tu percebes o motivo, a causa disso, e
falas só para não me sentir sozinho, para não me sentir triste.
Sabes qual foi o tipo de rapaz que pedi em
toda a minha vida? Um rapaz forte, um rapaz capaz de me fazer feliz 24h por
dias, um rapaz que converse comigo quando entre a nossa conversa não exista
assunto, um rapaz sorridente, que saiba como me fazer sorrir, um rapaz puro que
me ajudasse em todas as ocasiões da vida. Não peço um morcão, peço alguém com capacidades,
peço um homem, mesmo a idade sendo inferior ao que preciso. E que apesar da
distância, me faça sentir ele bem perto de mim.
Há dias que penso que és tu, e ainda sinto
que és tu, o tal que me pode fazer feliz, mas vejo-te mais para lá do que para
cá. Ainda me lembro quando te transmiti todas aquelas palavras que andava há
imenso tempo a querer dizer, lembro-me do primeiro dia em que conversei contigo
no qual ficaste desnorteado por tanta coisa que jamais pensarias ver em toda a
tua vida. Fiquei feliz sabias? Achei-te um rapaz diferente, maduro, sensível,
sincero.. Eu vi tudo isso no início, mas agora pergunto-me: Porque que não vejo
isso agora? Porque que há dias que estás bem comigo como há dias que me ignoras
completamente? Porque?
Por vezes penso que eu é que sou o culpado.
Sim o culpado por me apegar demais e assim rapidamente às pessoas, dar a minha
confiança e receber dia sim carinho, dia não ignorância.
A minha intenção não é sofrer novamente, a
minha intenção é ser feliz e de uma vez por todas. Consigo perceber que não sou
quem tu querias na tua vida, e hoje escrevo tudo isto porque o melhor é dizer
adeus.
Diz que me queres.
sábado, 17 de novembro de 2012 // 08:55
Sabes o que está acontecer? Não consigo mais viver assim.
Não consigo mais sorrir quando a minha única vontade é chorar. Hoje eu decidi
escrever. Escrever o que ando a sentir já à imenso tempo. Algo que está a atrapalhar
a minha felicidade, a minha vida, digamos. Existe algo que me incomoda e não me
deixa ser feliz. Tu. O que se passa é que, eu sempre me fiz de forte quando o
que eu mesmo sou é fraco. Dizia não me importar contigo, mas perguntava sempre
por ti no meu silêncio. Dizia que na minha vida eras um fim, quando no meu
pensamento ainda eras o meu homem. Eu dizia ser forte e não chorar mais por ti,
quando o meu trauma era ser fraco e chorar todos os dias. Eu dizia tu seres um
canalha, quando o meu coração dizia que és a minha cara-metade. Eu dizia tu não
prestares, quando o meu coração dizia que eras o homem da minha vida. Eu dizia… Eu dizia meras palavras todos os
dias, e em todas elas eu sentia saudade. Saudade de te ter nos meus braços
novamente, confortar-me neles e sonhar naquele mesmo instante que só eu e tu, é
que existimos. Que o mundo é apenas, meu e teu. E hoje eu lembro, lembro das
vezes em que passeávamos de mãos dadas, de quando nos olhávamos olhos nos olhos
e ao mesmo tempo dizíamos: Amo-te. Lembro-me de quando me mordias o lábio
inferior, de quando trincavas a minha língua. Lembro-me de quando o meu corpo
se juntou ao teu, num especial momento que jamais vivi na minha vida. E tudo o
que tenho pensado, não passam de sonhos. Sonhos que se concretizaram mas que se
eliminaram. Sonhos que hoje eu tenho todos os dias.
Eu fiz escolhas, eu decidi ter uma nova opção de vida, um
novo rumo. Tentei esquecer-te, e acabei por me envolver. Mas tudo foi um contra
tempo. Envolvi-me para te esquecer, para te tirar da minha cabeça, e mesmo
assim, o que sentia/sinto por ti não se apagou. É difícil tirar de mim, aquilo
que ambos construímos juntos, é difícil não pensar em ti, é difícil não dizer
que te amo quando na verdade eu amo-te. Eu decidi partir da tua vida porque
não aguentei. Não aguentei a dor que me causavas, o sofrimento que por mim
temia, o choro que por mim proclamava. Eu rebentei! Eu fui embora, quando na
verdade o que queria mesmo, era ficar. Mas o orgulho falou mais alto. Eu parti,
mas levei-te comigo em cada pensamento. Porque hoje, ainda é o dia em que
acordo a pensar em ti, hoje é o dia que adormeço a pensar em ti, que imagino um
futuro repleto de perfeição. Uma casa a dois, com um quarto só para nós, com
uma cama única e nossa. Eu sempre esperei por aquele momento em que dizia:
Acabou. Acabou o namoro. E me ajoelhava ao teu pé e dizia: Casa comigo! :$
Hoje ainda sonho com isso. Sonho com tudo o que queria
ter contigo e não tive, sonho com todos os sorrisos que só nós sabemos dar,
sonho com a telepatia que ambos tínhamos todos os dias. Eu sonho, sonho, sonho,
sonho… e nada acontece. Tudo fica igual. Serei anormal?
Na verdade eu não sei o que se passa. Quando tento
lembrar de uma coisa, o teu nome está sempre no acontecimento, quando tento
conversar com alguém, a tua imagem aparece sem eu chamar. Eu chamo a isso de: amor incondicional.
Porque é isso mesmo o que sinto, porque tu foste/és o grande amor da minha vida. Só tu é que
estás ali quando eu preciso. Mesmo distante, eu sinto-te perto.
E agora pergunto-me: O que é que eu faço? Luto, sigo em
frente, esqueço ou continuo?
Na verdade, o que eu penso é estar a teu lado e começar
tudo do 0. Como se te tivesse conhecido hoje. Ai acredito que tudo seria
perfeito, que tudo iria mudar as nossas vidas, que a nossa felicidade
finalmente se iria realizar, que o nosso amor iria superar cada obstáculo. Será
que seria mesmo assim?
A minha única vontade neste momento é de correr para os
teus braços, e apertar-te bem no meu peito e dizer-te chorando que te amo mais
que tudo na minha vida, que tu és o, HOMEM
DA MINHA VIDA.
Todos os dias eu preciso de ti. Sim, preciso de ti para
secar todas as lagrimas, preciso de ti para aquecer o meu coração, para me dar
a mão e um abraço assim como quando tenho frio. Eu preciso de ti para me perder
nos teus doces e suaves beijos, preciso de ti para te olhar olhos nos olhos e
ler em cada brilho que me queres dizer alguma coisa. Por isso…
anda, corre, abraça-me, diz que sou o teu ponto de
interesse. Diz que eu sou a tua prioridade. Abraça-me e chora comigo. Vamos
gritar juntos e dizer que finalmente vamos poder ser felizes de novo. Diz que
me AMAS! Eu preciso de ti… :c
DIZ QUE ME QUERES!
Sou eu.
domingo, 4 de novembro de 2012 // 07:58
Era
uma vez um jovem rapaz, que tinha 12 anos e tinha passado mais um ano escolar,
isto para o 5º ano. Era um rapazinho muito meigo, muito divertido, e gostava de
ajudar as pessoas que via sentirem-se mal com a vida. Ele adorava estar todos
os dias com as suas amigas. Passeava todos os dias pelos cantos da escola com a
sua melhor amiga Sofia. Era muito agarrado a ela. Todos os dias tinham
brincadeiras novas, sorrisos novos, motivos novos, palavras novas, ideias
novas, tudo novo. Até que esse mesmo rapazinho começou a ser observado por um
grupo de rapazes que aparentavam ser rudes, e mal-encarados. Tinham aspeto de
vigaristas, racistas, homofóbicos, cobardes etc. E num entanto, eram mesmo tudo
isso. Esse rapazinho para além de andar com a sua amiga Sofia, andava também
com um grupo de amigas que tinha feito no primeiro dia do ano. Era muito feliz,
sentia-se protegido. Sorria todos os dias para com elas. Até que a uma
determinada altura, o mesmo grupo de rapazes que o observavam, atacaram o rapaz
à saída da escola. Espancaram-no com um guarda-chuva, e fizeram o pobre rapaz
cuspir sangue pela boca e queixar-se no corpo todo. Nesse mesmo instante, esse
rapazinho berrou, e gritou por socorro, pediu ajuda e ninguém estava lá para o
acudir. E ficou ali, estendido no chão. De caminho levantou-se e foi pela rua
fora, a chorar, com dores corporais, cuspindo sempre sangue para o chão. E
todas as pessoas ficavam a olhar para ele, porque viam que ele estava marcado
no seu rosto, e tinha a roupa rasgada. Entretanto chegou a casa, e fechou-se no
quarto a chorar, trincando a almofada de dores. Foi tomar um banho, e vestiu
uma nova roupa, e deitou a outra fora para que mãe não visse. Mas a mãe viu,
não a roupa, mas sim as marcas que no rosto tinha. Perguntando o que se passou,
e o pobre rapaz com medo, ter-lhe dito que caiu e se magoou. No dia a seguir, o
rapaz não queria ir para a escola novamente. Estava com medo. Mas foi! E no dia
seguinte, ele voltou a cruzar-se com o mesmo grupo de rapazes, daí eles não
terem feito nada porque tinha pessoas ao seu redor. Mas o rapazinho fugiu,
correu imenso para não sofrer o mesmo trauma. E todos os dias via aquele grupo
de rapazes, mas o rapaz escondia-se sempre, e todos os dias ao ir para casa,
saia sempre por trás da escola. Havia dias que nem dormia por causa do
acontecimento, e chegava à escola e apoiava a cabeça na mesa e adormecia. E ali
ficava. Até que, chegou à hora de ir embora e o rapaz foi pelas traseiras da
escola, com o medo que temia. Um desse grupo de rapazes, perceberam esse
esquema que o rapaz tinha planeado. Até que, à saída desse mesmo espaço,
estavam lá os rapazes, e meteram-se em roda e o pobre rapaz no meio, e como
devem calcular, voltaram atacar o jovem rapaz. Mas desta vez de uma forma mais
bruta. Digamos, sem piedade. Estenderam de vez o rapaz ali no chão. Até o
empregado da escola ver assim o ter encontrado. O pobre rapaz não se mexia, não
se consiga meter em pé, as suas pernas naquele momento parecia plástico. Tinha
a cara toda “desfigurada”, cheia de cortes, e pisaduras visíveis. O empregado
da escola comunicou com os bombeiros, e passado 10 minutos, mais ou menos, a
ambulância estava na escola e levaram o pobre rapaz. Comunicaram também com a
sua família porque o rapaz tinha ficado inconsciente. Permaneceu no hospital
dois dias. E voltou para casa. A escola teria sido informada que deviam de ter
mais cuidado e mais atenção para os jovens da escola não passarem pelo mesmo
que o pobre rapaz passou. Entretanto, o jovem voltou para a escola, e como é
obvio estava com medo, e ainda se notava marcas no seu rosto.. Todo o mundo
olhou para ele, e as suas amigas preocupadas, foram ter com ele e estiveram
sempre do seu lado. As coisas ficaram calmas, até que o rapazinho tinha um
sonho desde os seus quatro anos de idade. A dança. A dança era a sua grande
paixão. E muitas das vezes, atrás do bloco da escola punha-se a demonstrar
coreografias para as suas amadas amigas, e todos os dias ensinava cada passo a
cada uma delas. E muitos rapazes da escola o criticavam, insultavam, isto só
por andar com raparigas e ensinar essas mesmas meninas a dançar. No entendendo ele
pensou que aquilo era tudo inveja e não quis saber. Até que outro grupinho de
rapazes, invejosos, tentaram atacar o rapaz, mas nesse mesmo instante teve a
sorte de ter as suas amigas por perto. No qual se colocaram no seu meio e não
deixaram que alguém lhe tocasse. E as coisas foram sempre assim, o ano todo!
Insultavam, criticavam, tentavam aproximar-se para lhe encher de porrada. Mas para
esse rapaz as coisas foram mais fáceis, porque ele mostrou-se forte e não
deixou que nada lhe acontecesse. Até que, quando o ano acabou, e o rapaz teria
avançado mais um ano, para o 6º ano. E no primeiro dia de escola pensou ele que
tudo iria ser diferente, que mais ninguém lhe iria meter as mãos em cima. A
primeira semana de escola foi ótima para ele. Conheceu novos amigos/as, novos
professores, tudo tranquilo. Até que, na segunda semana à saída da escola
voltou a ser atacado pelo mesmo grupo que lhe teria marcado no primeiro ano do
5º ano. Dai não ter feito grandes marcas porque o rapaz “conseguiu”
defender-se. Esse mesmo grupo ameaçou-o, e disse-lhe que todos os dias queriam
tabaco, e dinheiro e que se não lhe desse, o jovem rapaz seria espancado. O
rapazinho com medo, tentava todos os dias arranjar tabaco e dinheiro para lhes
dar, até que chegou a um altura em que ele não levou nada, e o grupo de rapazes
ameaçou que queriam algo naquele exato instante se não quem iria sofrer as
consequências era a sua irmã, que frequentava o secundário. Então o rapaz, com
medo, deu o seu telemóvel. E ao mesmo tempo foi espancado novamente. Ele berrou
tanto, e disse em voz alta que estava farto. Farto daquilo lhe estava
acontecer. Até que não aguentou mais e denunciou esses rapazes. E finalmente,
ficou em paz! Hoje tem 15 anos e ao longo do tempo percebeu que devemos de ser
fortes e não deixar os desconhecidos assediarmo-nos. A violência por vezes gera
mortes. E em Portugal, 98% de jovens suicidaram-se por causa do bullying. Mas
esse rapaz pensou, e acordou para a vida. Hoje está feliz, hoje ele é um rapaz
lutador, divertido, ignora tudo que lhe dizem, quer sejam criticas ou insultos.
A vida fez com que ele se torna-se num humano com força e com muito autoestima.
E agora, muitos de vocês perguntam: Mas quem é esse rapaz? Pois é,
surpreendentemente, SOU EU.
Descansa em paz Avô
sábado, 27 de outubro de 2012 // 05:05
E sabe do que me lembro? De quando dizia: “Miguel, põe-me lá fora.. Miguel, leva-me a
passear.. Miguel, põe-me na cama, acende a televisão e mete o som um pouco mais
alto..
Miguel, onde está avó? “Parabéns” meu neto..“. Nunca me vou
esquecer das vezes em que me dizia isto e muito mais. E já tenho saudades suas.
Hoje foi o último dia, vi-o pela última vez na minha vida. O meu coração ficou
partido por ver as portas fecharem e eu não o poder ver mais. O meu sorriso deixou
de fazer sentido, já nada é igual. Já nada funciona da mesma maneira que era,
quando você era vivo. Já passaram 29horas e 30 minutos, e já sinto a sua falta
desde o primeiro segundo que partiu. Já sinto falta das vezes em que sorria
para mim, em que me dizia asneiras e nos púnhamos a rir com boas gargalhadas.
Já sinto falta das vezes em que berrava pela avó, já sinto falta de ouvir a sua
voz. Sinto saudades das vezes em que íamos passear e em cada passo me contava
uma história, todos os dias. Lembro-me de quando era pequenino e de quando me
pegou ao colo, tinha eu 4 aninhos, e lhe disse: Vô, você vai estar sempre
comigo não vai? Você vai cuidar de mim?
E eu recebi um “sempre” como resposta única. Mas em fase de
crescimento percebi que nada dura para sempre, nem mesmo as pessoas. Que tudo
na vida vem, e um dia vai e não volta mais. E foi exatamente o que aconteceu.
Você deixou-me sozinho e perdi-me no meio deste mundo, não sei onde estou. Para
além de um avô, você era o meu pai. Lembro do dia em que fui abandonado pelo
meu pai, e só você sobre abrir os braços e receber uma criança que na verdade
não era nem é seu filho. Mas tudo foi-se tornando tão “habito” que passei os
dias chamando-lhe de Pai! Porque era exatamente isso que via/vejo e
sentia/sinto. Além do mais, você era o meu padrinho, e hoje não tenho mais.
Porque você me deixou aqui, a chorar por si. E hoje existe ferimentos dentro do
meu coração, porque sei que não vou poder ouvir mais a sua voz, porque não vou
poder passear mais a sua pessoa, porque não vou poder receber o seu carinho,
porque não vou ter mais gargalhadas que só eu e você tínhamos. Porque só você
fazia os meus dias serem totalmente diferentes. Eu não peço a Deus que me lhe
traga de volta para a minha vida, porque ambos sabemos que isso é impossível,
resta-me pedir e eu sei que vai cumprir, ficar do meu lado todos os dias, e
caminhar comigo para todas as fronteiras, para todas as superfícies. Só lhe
peço que me proteja do mal e que me dê a mão sem eu sentir. Só lhe peço, que
cuide de mim, como sempre cuidou.
E hoje foi mais um dia. Um dia que eu sei que estás do meu
lado, um dia que eu sei que estou protegido nos teus braços. Se bem que os meus
dias deprimem não recebendo uma notícia tua, mas eu compreendo, porque existe
motivos. Apesar de passar os meus dias sem receber uma palavra tua, eu sinto
que estás no sensato momento a pensar em mim, que nesse mesmo minuto eu estou
na tua cabeça. Assim como permaneces sobre a minha mente. E isto, todos os
dias. Pois, tu tronaste-te uma droga, em que vicio todos os dias. Aquela droga
que vicia e que nunca sai. Mas sabes? Fazes-me feliz. Não podendo estar contigo
todos os dias, o meu coração se desfaz, até porque eu não penso em outra coisa
a não ser estar contigo, e te dar um forte e longo abraço. Como nunca tive! Fazes-me
tão bem, fazes-me tão feliz. Fazes o que poucos fizeram, ou o que nunca
fizeram. É um privilégio ter-te na minha vida e poder chamar-te amigo em todos
os sentidos oportunos. E por extremas palavras afirmo que, a minha vida faz
sentido contigo do meu lado, assim como estás. Faz toda a diferença. Até porque
és diferente em tudo. És perfeito! Mas sabes (…) na verdade eu amo-te. Mas
amo-te de uma forma diferente. É puro e simplesmente um sentimento que nunca
senti em toda a minha vida. É mesmo inexplicável. Não consigo contemplar outras
palavras, em outros adjetivos. Até porque, dizer-te que és tudo em mim é muito
pouco! MAS QUE FAZES PARTE DE MIM, É MUITO! Eu amo-te, e eu repito as vezes que
foram necessárias. Até porque eu quero que saibas isso, para nunca te esqueceres
que aqui, existe alguém que te ama de verdade, que aqui existe alguém que
sempre quis estar do teu lado, que sempre vai estar apoiar-te. Quer seja em
momentos bons ou maus, quer seja em escolhas erradas ou certas.
Eu choro, e muitas vezes é de felicidade, porque eu sei que
estás aqui. Junto de mim. Perto do meu peito, junto das minhas ocorrências e
ajudando nas minhas decisões. Eu quero ficar perto de ti. Todos os dias, todos
os meses, todos os anos, todas as horas, todos os minutos. Fica comigo sempre. É
sem duvida o melhor amigo que eu já tive em toda a minha vida, és tu que me dás
apoio, és tu que me dás força, és tu que me dás carinho. És tu que me dás tudo!
E ti posso dizer que és indiscritível! E dizer: Sim é um grande rapaz. Ele é
perfeito sem dúvida.
Obrigado por tudo, por todos os sorriso, por todas as
brincadeiras. Obrigado por todo o carinho, por toda a força, por todo apoio!
Obrigado por seres quem és comigo. E que mesmo longe, tu ficas perto. És sem
duvida a pessoa mais perfeita que conheci até hoje. AMO-TE IMENSO!
Apenas desistir.
sábado, 19 de janeiro de 2013 // 15:07
O amor pode nos tornar patéticos, pode nos tornar seres irracionais que fazem qualquer coisa para ganhar um sorriso e um abraço como agradecimento, as vezes ser patético vale a pena quando conseguimos tornar felizes aqueles que amamos, amor não é apenas momentos felizes, amar depende também de momentos tristes, de brigas e lagrimas, quem ama apenas a felicidade não ama nem a si próprio, pois nem sempre somos felizes, nem sempre somos as melhores pessoas do mundo. E então quando não somos correspondidos ou então quando somos ignorados, a primeira coisa que pensamos é desistir. Uma palavra tão pequena de uma dor tão grande. Mas a vezes é necessário desistir, para se ganhar, acabar com certos vícios, apegos e manias para se tornar alguém melhor. Se afastar de algumas pessoas para o próprio bem. É difícil e bem doloroso , mas vale a pena. Talvez a chave de tudo esteja em apenas desistir.
Amo-te!
sábado, 5 de janeiro de 2013 // 18:22
Como será
possível alguém completar o outro tão perfeitamente?Não tenho mais dúvidas de que tu és a minha
metade, és o que faltava em mim. Agora entendo o porque de antes, nada para mim
era perfeito. Faltava a metade do meu coração. Faltavas tu. Agora tudo se
encaixa, tudo se explica porque me sinto mais completo. Contigo tenho os meus melhores
momentos, momentos que antes mantinha no pensamento. Não sei como, mas sou
capaz de te amar ainda mais e a cada segundo que passa. Só te peço para que
nunca te esqueças que eu AMO-TE e que minha vida passou a ter realmente um sentido
a partir do momento que tu passaste a fazer parte dela, uma parte
exageradamente grande. Tu és a minha vida! E eu amo-te
incondicionalmente.
E o melhor é dizer Adeus.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012 // 17:31
E já passou imenso tempo, e eu sempre quis
dissolver as minhas promessas num determinado espaço copulo de sorriso e
momentos inesquecíveis. A vida ofereceu-me várias etapas: Sorrir, crescer,
aprender, cair e levantar. Já sorri por motivos fortes, já cresci por cair
demasiadas vezes, já aprendi por receber desilusão no dia-a-dia. Já cai mas
voltei a levantar-me. E tudo o que sou hoje, sou devido à cumplicidade que
tenho diante a vida. Não sabes do que falo, mas um dia vais perceber que a dor
que ainda permanece em mim, ainda me magoa. E magoa tanto, mas tanto que passo
dias sem comer, passo dias sem dormir, sem perceber o motivo de estar aqui,
diante deste mundo infantil, por vezes. Há dias que é difícil de explicar o que
sentimos. Quer seja pensamento mau, quer seja pensamento bom. Há dias que não
dá para evitar e esconder mais a dor que sentimos, e por vezes acabamos por
descarregar tudo em cima de quem não tem a culpa. Só não entendo como sou assim
tão fácil, tão sensível. Não entendo porque sou assim tão nobre, tão maduro. Não
entendo.
Nos dias de hoje percebo menos o que as
pessoas têm dentro das suas cabeças. Tem dias que penso que amar muitos sabe e
poucos demonstram. E isso decorresse à devasta confiança que criamos assim, tão
facilmente. Há momentos que penso que não queres saber quem eu sou, há momentos
que vejo que para ti sou apenas mais um, tem dias que penso que sou um peso
para ti. Há dias que me deito a pensar “Eu sou o alvo de pesos na vida dele.
Será melhor desistir ou continuar arriscar?”. Tudo tem sido assim, todos os
dias. Por momentos estás perto, como por momentos estás distante, assim como se
não fosse ninguém para ti, como se não existisse. Mas sabes o porque de ainda
conseguir sorrir? Porque quando estás perto és aquele doce e lindo rapaz que
nunca ninguém foi comigo. És aquele rapaz doce e meigo que me consola todas as
noites com magnificas palavras que só tu sabes desvendar. És aquele que me
consegue por a sorrir com uma simples frase, com uma simples mensagem, com uma
simples palavra. És aquele que me faz e tem o poder de fazer com que sonhe
contigo todas as noites. E por momentos acho-te perfeito, como por momentos
acho-te incapacitado de me conseguir fazer feliz. E digo incapacitado porque há
momentos em que me ignoras, que não sou ninguém para ti. E quando me falas é
porque eu falo, e quando eu não falo tu percebes o motivo, a causa disso, e
falas só para não me sentir sozinho, para não me sentir triste.
Sabes qual foi o tipo de rapaz que pedi em
toda a minha vida? Um rapaz forte, um rapaz capaz de me fazer feliz 24h por
dias, um rapaz que converse comigo quando entre a nossa conversa não exista
assunto, um rapaz sorridente, que saiba como me fazer sorrir, um rapaz puro que
me ajudasse em todas as ocasiões da vida. Não peço um morcão, peço alguém com capacidades,
peço um homem, mesmo a idade sendo inferior ao que preciso. E que apesar da
distância, me faça sentir ele bem perto de mim.
Há dias que penso que és tu, e ainda sinto
que és tu, o tal que me pode fazer feliz, mas vejo-te mais para lá do que para
cá. Ainda me lembro quando te transmiti todas aquelas palavras que andava há
imenso tempo a querer dizer, lembro-me do primeiro dia em que conversei contigo
no qual ficaste desnorteado por tanta coisa que jamais pensarias ver em toda a
tua vida. Fiquei feliz sabias? Achei-te um rapaz diferente, maduro, sensível,
sincero.. Eu vi tudo isso no início, mas agora pergunto-me: Porque que não vejo
isso agora? Porque que há dias que estás bem comigo como há dias que me ignoras
completamente? Porque?
Por vezes penso que eu é que sou o culpado.
Sim o culpado por me apegar demais e assim rapidamente às pessoas, dar a minha
confiança e receber dia sim carinho, dia não ignorância.
A minha intenção não é sofrer novamente, a
minha intenção é ser feliz e de uma vez por todas. Consigo perceber que não sou
quem tu querias na tua vida, e hoje escrevo tudo isto porque o melhor é dizer
adeus.
Diz que me queres.
sábado, 17 de novembro de 2012 // 08:55
Sabes o que está acontecer? Não consigo mais viver assim.
Não consigo mais sorrir quando a minha única vontade é chorar. Hoje eu decidi
escrever. Escrever o que ando a sentir já à imenso tempo. Algo que está a atrapalhar
a minha felicidade, a minha vida, digamos. Existe algo que me incomoda e não me
deixa ser feliz. Tu. O que se passa é que, eu sempre me fiz de forte quando o
que eu mesmo sou é fraco. Dizia não me importar contigo, mas perguntava sempre
por ti no meu silêncio. Dizia que na minha vida eras um fim, quando no meu
pensamento ainda eras o meu homem. Eu dizia ser forte e não chorar mais por ti,
quando o meu trauma era ser fraco e chorar todos os dias. Eu dizia tu seres um
canalha, quando o meu coração dizia que és a minha cara-metade. Eu dizia tu não
prestares, quando o meu coração dizia que eras o homem da minha vida. Eu dizia… Eu dizia meras palavras todos os
dias, e em todas elas eu sentia saudade. Saudade de te ter nos meus braços
novamente, confortar-me neles e sonhar naquele mesmo instante que só eu e tu, é
que existimos. Que o mundo é apenas, meu e teu. E hoje eu lembro, lembro das
vezes em que passeávamos de mãos dadas, de quando nos olhávamos olhos nos olhos
e ao mesmo tempo dizíamos: Amo-te. Lembro-me de quando me mordias o lábio
inferior, de quando trincavas a minha língua. Lembro-me de quando o meu corpo
se juntou ao teu, num especial momento que jamais vivi na minha vida. E tudo o
que tenho pensado, não passam de sonhos. Sonhos que se concretizaram mas que se
eliminaram. Sonhos que hoje eu tenho todos os dias.
Eu fiz escolhas, eu decidi ter uma nova opção de vida, um
novo rumo. Tentei esquecer-te, e acabei por me envolver. Mas tudo foi um contra
tempo. Envolvi-me para te esquecer, para te tirar da minha cabeça, e mesmo
assim, o que sentia/sinto por ti não se apagou. É difícil tirar de mim, aquilo
que ambos construímos juntos, é difícil não pensar em ti, é difícil não dizer
que te amo quando na verdade eu amo-te. Eu decidi partir da tua vida porque
não aguentei. Não aguentei a dor que me causavas, o sofrimento que por mim
temia, o choro que por mim proclamava. Eu rebentei! Eu fui embora, quando na
verdade o que queria mesmo, era ficar. Mas o orgulho falou mais alto. Eu parti,
mas levei-te comigo em cada pensamento. Porque hoje, ainda é o dia em que
acordo a pensar em ti, hoje é o dia que adormeço a pensar em ti, que imagino um
futuro repleto de perfeição. Uma casa a dois, com um quarto só para nós, com
uma cama única e nossa. Eu sempre esperei por aquele momento em que dizia:
Acabou. Acabou o namoro. E me ajoelhava ao teu pé e dizia: Casa comigo! :$
Hoje ainda sonho com isso. Sonho com tudo o que queria
ter contigo e não tive, sonho com todos os sorrisos que só nós sabemos dar,
sonho com a telepatia que ambos tínhamos todos os dias. Eu sonho, sonho, sonho,
sonho… e nada acontece. Tudo fica igual. Serei anormal?
Na verdade eu não sei o que se passa. Quando tento
lembrar de uma coisa, o teu nome está sempre no acontecimento, quando tento
conversar com alguém, a tua imagem aparece sem eu chamar. Eu chamo a isso de: amor incondicional.
Porque é isso mesmo o que sinto, porque tu foste/és o grande amor da minha vida. Só tu é que
estás ali quando eu preciso. Mesmo distante, eu sinto-te perto.
E agora pergunto-me: O que é que eu faço? Luto, sigo em
frente, esqueço ou continuo?
Na verdade, o que eu penso é estar a teu lado e começar
tudo do 0. Como se te tivesse conhecido hoje. Ai acredito que tudo seria
perfeito, que tudo iria mudar as nossas vidas, que a nossa felicidade
finalmente se iria realizar, que o nosso amor iria superar cada obstáculo. Será
que seria mesmo assim?
A minha única vontade neste momento é de correr para os
teus braços, e apertar-te bem no meu peito e dizer-te chorando que te amo mais
que tudo na minha vida, que tu és o, HOMEM
DA MINHA VIDA.
Todos os dias eu preciso de ti. Sim, preciso de ti para
secar todas as lagrimas, preciso de ti para aquecer o meu coração, para me dar
a mão e um abraço assim como quando tenho frio. Eu preciso de ti para me perder
nos teus doces e suaves beijos, preciso de ti para te olhar olhos nos olhos e
ler em cada brilho que me queres dizer alguma coisa. Por isso…
anda, corre, abraça-me, diz que sou o teu ponto de
interesse. Diz que eu sou a tua prioridade. Abraça-me e chora comigo. Vamos
gritar juntos e dizer que finalmente vamos poder ser felizes de novo. Diz que
me AMAS! Eu preciso de ti… :c
DIZ QUE ME QUERES!
Sou eu.
domingo, 4 de novembro de 2012 // 07:58
Era
uma vez um jovem rapaz, que tinha 12 anos e tinha passado mais um ano escolar,
isto para o 5º ano. Era um rapazinho muito meigo, muito divertido, e gostava de
ajudar as pessoas que via sentirem-se mal com a vida. Ele adorava estar todos
os dias com as suas amigas. Passeava todos os dias pelos cantos da escola com a
sua melhor amiga Sofia. Era muito agarrado a ela. Todos os dias tinham
brincadeiras novas, sorrisos novos, motivos novos, palavras novas, ideias
novas, tudo novo. Até que esse mesmo rapazinho começou a ser observado por um
grupo de rapazes que aparentavam ser rudes, e mal-encarados. Tinham aspeto de
vigaristas, racistas, homofóbicos, cobardes etc. E num entanto, eram mesmo tudo
isso. Esse rapazinho para além de andar com a sua amiga Sofia, andava também
com um grupo de amigas que tinha feito no primeiro dia do ano. Era muito feliz,
sentia-se protegido. Sorria todos os dias para com elas. Até que a uma
determinada altura, o mesmo grupo de rapazes que o observavam, atacaram o rapaz
à saída da escola. Espancaram-no com um guarda-chuva, e fizeram o pobre rapaz
cuspir sangue pela boca e queixar-se no corpo todo. Nesse mesmo instante, esse
rapazinho berrou, e gritou por socorro, pediu ajuda e ninguém estava lá para o
acudir. E ficou ali, estendido no chão. De caminho levantou-se e foi pela rua
fora, a chorar, com dores corporais, cuspindo sempre sangue para o chão. E
todas as pessoas ficavam a olhar para ele, porque viam que ele estava marcado
no seu rosto, e tinha a roupa rasgada. Entretanto chegou a casa, e fechou-se no
quarto a chorar, trincando a almofada de dores. Foi tomar um banho, e vestiu
uma nova roupa, e deitou a outra fora para que mãe não visse. Mas a mãe viu,
não a roupa, mas sim as marcas que no rosto tinha. Perguntando o que se passou,
e o pobre rapaz com medo, ter-lhe dito que caiu e se magoou. No dia a seguir, o
rapaz não queria ir para a escola novamente. Estava com medo. Mas foi! E no dia
seguinte, ele voltou a cruzar-se com o mesmo grupo de rapazes, daí eles não
terem feito nada porque tinha pessoas ao seu redor. Mas o rapazinho fugiu,
correu imenso para não sofrer o mesmo trauma. E todos os dias via aquele grupo
de rapazes, mas o rapaz escondia-se sempre, e todos os dias ao ir para casa,
saia sempre por trás da escola. Havia dias que nem dormia por causa do
acontecimento, e chegava à escola e apoiava a cabeça na mesa e adormecia. E ali
ficava. Até que, chegou à hora de ir embora e o rapaz foi pelas traseiras da
escola, com o medo que temia. Um desse grupo de rapazes, perceberam esse
esquema que o rapaz tinha planeado. Até que, à saída desse mesmo espaço,
estavam lá os rapazes, e meteram-se em roda e o pobre rapaz no meio, e como
devem calcular, voltaram atacar o jovem rapaz. Mas desta vez de uma forma mais
bruta. Digamos, sem piedade. Estenderam de vez o rapaz ali no chão. Até o
empregado da escola ver assim o ter encontrado. O pobre rapaz não se mexia, não
se consiga meter em pé, as suas pernas naquele momento parecia plástico. Tinha
a cara toda “desfigurada”, cheia de cortes, e pisaduras visíveis. O empregado
da escola comunicou com os bombeiros, e passado 10 minutos, mais ou menos, a
ambulância estava na escola e levaram o pobre rapaz. Comunicaram também com a
sua família porque o rapaz tinha ficado inconsciente. Permaneceu no hospital
dois dias. E voltou para casa. A escola teria sido informada que deviam de ter
mais cuidado e mais atenção para os jovens da escola não passarem pelo mesmo
que o pobre rapaz passou. Entretanto, o jovem voltou para a escola, e como é
obvio estava com medo, e ainda se notava marcas no seu rosto.. Todo o mundo
olhou para ele, e as suas amigas preocupadas, foram ter com ele e estiveram
sempre do seu lado. As coisas ficaram calmas, até que o rapazinho tinha um
sonho desde os seus quatro anos de idade. A dança. A dança era a sua grande
paixão. E muitas das vezes, atrás do bloco da escola punha-se a demonstrar
coreografias para as suas amadas amigas, e todos os dias ensinava cada passo a
cada uma delas. E muitos rapazes da escola o criticavam, insultavam, isto só
por andar com raparigas e ensinar essas mesmas meninas a dançar. No entendendo ele
pensou que aquilo era tudo inveja e não quis saber. Até que outro grupinho de
rapazes, invejosos, tentaram atacar o rapaz, mas nesse mesmo instante teve a
sorte de ter as suas amigas por perto. No qual se colocaram no seu meio e não
deixaram que alguém lhe tocasse. E as coisas foram sempre assim, o ano todo!
Insultavam, criticavam, tentavam aproximar-se para lhe encher de porrada. Mas para
esse rapaz as coisas foram mais fáceis, porque ele mostrou-se forte e não
deixou que nada lhe acontecesse. Até que, quando o ano acabou, e o rapaz teria
avançado mais um ano, para o 6º ano. E no primeiro dia de escola pensou ele que
tudo iria ser diferente, que mais ninguém lhe iria meter as mãos em cima. A
primeira semana de escola foi ótima para ele. Conheceu novos amigos/as, novos
professores, tudo tranquilo. Até que, na segunda semana à saída da escola
voltou a ser atacado pelo mesmo grupo que lhe teria marcado no primeiro ano do
5º ano. Dai não ter feito grandes marcas porque o rapaz “conseguiu”
defender-se. Esse mesmo grupo ameaçou-o, e disse-lhe que todos os dias queriam
tabaco, e dinheiro e que se não lhe desse, o jovem rapaz seria espancado. O
rapazinho com medo, tentava todos os dias arranjar tabaco e dinheiro para lhes
dar, até que chegou a um altura em que ele não levou nada, e o grupo de rapazes
ameaçou que queriam algo naquele exato instante se não quem iria sofrer as
consequências era a sua irmã, que frequentava o secundário. Então o rapaz, com
medo, deu o seu telemóvel. E ao mesmo tempo foi espancado novamente. Ele berrou
tanto, e disse em voz alta que estava farto. Farto daquilo lhe estava
acontecer. Até que não aguentou mais e denunciou esses rapazes. E finalmente,
ficou em paz! Hoje tem 15 anos e ao longo do tempo percebeu que devemos de ser
fortes e não deixar os desconhecidos assediarmo-nos. A violência por vezes gera
mortes. E em Portugal, 98% de jovens suicidaram-se por causa do bullying. Mas
esse rapaz pensou, e acordou para a vida. Hoje está feliz, hoje ele é um rapaz
lutador, divertido, ignora tudo que lhe dizem, quer sejam criticas ou insultos.
A vida fez com que ele se torna-se num humano com força e com muito autoestima.
E agora, muitos de vocês perguntam: Mas quem é esse rapaz? Pois é,
surpreendentemente, SOU EU.
Descansa em paz Avô
sábado, 27 de outubro de 2012 // 05:05
E sabe do que me lembro? De quando dizia: “Miguel, põe-me lá fora.. Miguel, leva-me a
passear.. Miguel, põe-me na cama, acende a televisão e mete o som um pouco mais
alto..
Miguel, onde está avó? “Parabéns” meu neto..“. Nunca me vou
esquecer das vezes em que me dizia isto e muito mais. E já tenho saudades suas.
Hoje foi o último dia, vi-o pela última vez na minha vida. O meu coração ficou
partido por ver as portas fecharem e eu não o poder ver mais. O meu sorriso deixou
de fazer sentido, já nada é igual. Já nada funciona da mesma maneira que era,
quando você era vivo. Já passaram 29horas e 30 minutos, e já sinto a sua falta
desde o primeiro segundo que partiu. Já sinto falta das vezes em que sorria
para mim, em que me dizia asneiras e nos púnhamos a rir com boas gargalhadas.
Já sinto falta das vezes em que berrava pela avó, já sinto falta de ouvir a sua
voz. Sinto saudades das vezes em que íamos passear e em cada passo me contava
uma história, todos os dias. Lembro-me de quando era pequenino e de quando me
pegou ao colo, tinha eu 4 aninhos, e lhe disse: Vô, você vai estar sempre
comigo não vai? Você vai cuidar de mim?
E eu recebi um “sempre” como resposta única. Mas em fase de
crescimento percebi que nada dura para sempre, nem mesmo as pessoas. Que tudo
na vida vem, e um dia vai e não volta mais. E foi exatamente o que aconteceu.
Você deixou-me sozinho e perdi-me no meio deste mundo, não sei onde estou. Para
além de um avô, você era o meu pai. Lembro do dia em que fui abandonado pelo
meu pai, e só você sobre abrir os braços e receber uma criança que na verdade
não era nem é seu filho. Mas tudo foi-se tornando tão “habito” que passei os
dias chamando-lhe de Pai! Porque era exatamente isso que via/vejo e
sentia/sinto. Além do mais, você era o meu padrinho, e hoje não tenho mais.
Porque você me deixou aqui, a chorar por si. E hoje existe ferimentos dentro do
meu coração, porque sei que não vou poder ouvir mais a sua voz, porque não vou
poder passear mais a sua pessoa, porque não vou poder receber o seu carinho,
porque não vou ter mais gargalhadas que só eu e você tínhamos. Porque só você
fazia os meus dias serem totalmente diferentes. Eu não peço a Deus que me lhe
traga de volta para a minha vida, porque ambos sabemos que isso é impossível,
resta-me pedir e eu sei que vai cumprir, ficar do meu lado todos os dias, e
caminhar comigo para todas as fronteiras, para todas as superfícies. Só lhe
peço que me proteja do mal e que me dê a mão sem eu sentir. Só lhe peço, que
cuide de mim, como sempre cuidou.
E hoje foi mais um dia. Um dia que eu sei que estás do meu
lado, um dia que eu sei que estou protegido nos teus braços. Se bem que os meus
dias deprimem não recebendo uma notícia tua, mas eu compreendo, porque existe
motivos. Apesar de passar os meus dias sem receber uma palavra tua, eu sinto
que estás no sensato momento a pensar em mim, que nesse mesmo minuto eu estou
na tua cabeça. Assim como permaneces sobre a minha mente. E isto, todos os
dias. Pois, tu tronaste-te uma droga, em que vicio todos os dias. Aquela droga
que vicia e que nunca sai. Mas sabes? Fazes-me feliz. Não podendo estar contigo
todos os dias, o meu coração se desfaz, até porque eu não penso em outra coisa
a não ser estar contigo, e te dar um forte e longo abraço. Como nunca tive! Fazes-me
tão bem, fazes-me tão feliz. Fazes o que poucos fizeram, ou o que nunca
fizeram. É um privilégio ter-te na minha vida e poder chamar-te amigo em todos
os sentidos oportunos. E por extremas palavras afirmo que, a minha vida faz
sentido contigo do meu lado, assim como estás. Faz toda a diferença. Até porque
és diferente em tudo. És perfeito! Mas sabes (…) na verdade eu amo-te. Mas
amo-te de uma forma diferente. É puro e simplesmente um sentimento que nunca
senti em toda a minha vida. É mesmo inexplicável. Não consigo contemplar outras
palavras, em outros adjetivos. Até porque, dizer-te que és tudo em mim é muito
pouco! MAS QUE FAZES PARTE DE MIM, É MUITO! Eu amo-te, e eu repito as vezes que
foram necessárias. Até porque eu quero que saibas isso, para nunca te esqueceres
que aqui, existe alguém que te ama de verdade, que aqui existe alguém que
sempre quis estar do teu lado, que sempre vai estar apoiar-te. Quer seja em
momentos bons ou maus, quer seja em escolhas erradas ou certas.
Eu choro, e muitas vezes é de felicidade, porque eu sei que
estás aqui. Junto de mim. Perto do meu peito, junto das minhas ocorrências e
ajudando nas minhas decisões. Eu quero ficar perto de ti. Todos os dias, todos
os meses, todos os anos, todas as horas, todos os minutos. Fica comigo sempre. É
sem duvida o melhor amigo que eu já tive em toda a minha vida, és tu que me dás
apoio, és tu que me dás força, és tu que me dás carinho. És tu que me dás tudo!
E ti posso dizer que és indiscritível! E dizer: Sim é um grande rapaz. Ele é
perfeito sem dúvida.
Obrigado por tudo, por todos os sorriso, por todas as
brincadeiras. Obrigado por todo o carinho, por toda a força, por todo apoio!
Obrigado por seres quem és comigo. E que mesmo longe, tu ficas perto. És sem
duvida a pessoa mais perfeita que conheci até hoje. AMO-TE IMENSO!
grew up in a small town.
A mim perguntaram-me quem eu era, quem era eu dentro ou de fora. Sentado naquele rochedo cheio de musgo peganhento, eu olhei perante o sol. Senti aquele frio bater-me no rosto, sem intensão de me deitar ao chão.
Perguntei-me a mim mesmo porque estaria ali, feito um urso sem pai nem mae, sem irmã e parentes da familia. Porque me sinto tão vazio? Porque me sinto tão independente de todas as pessoas que me rodeiam em trono daquele circulo de amigos? Porque ?
Á demasiada independência nesta vida, á demasiado peso, á bastantes rodeios frios e pessoas mortas. Mas porque que este mundo não pensa na vida, mas porque que o mundo não pensa no seu melhor? A distruidora disto tudo é quem me julgou neste mundo, quem me desanparou para o outro lado da rua.
Estou cheio de dores de cabeça, cheio de febre, e a minha mente não consegue racicionar o objéctivo, não consegue chegar ás palavras que foram utilizadas em todos os dicionários.
Estou deprimente por não sentir o desejo, por não poder caminhar pelas ruas novas, por não ter amigos que me fasam feliz! Estou sem pachorra para discuções, nasci para viver, nasci para ter paz.
Tenho saudades de um novo tudo, de um novo tanto, de um novo rumo. Tenho saudades da saudade. Sinto falta da minha mãe. Aquela que todas as noites me dizia para apagar a luz e descansar, para que no dia seguinte estivesse com forças para lutar contra o inimigo que me poderia perceguir. Sinto falta dos abraços sem fim que tinha todas as noites, das histórias mágicas onde maior parte delas eu adormeçia.
Sinto falta daquela mão que me levantava dia – e – noite, aquela mão que me tocava e que me dizia para seguir em frente com novas estatisticas, com novas personagens, com novas noticias. A saudade, prende-me no peito, e aperta meus braços.
Sorria todos os dias com todos os teus ataques de risos, estremecia quando me dizias algo em que eu me arrepiava, chorava quando necessitava, e todas a lagrimas derramadas no teu corpo.
Emensa saudade eu tenho, de quando nos punhamos no bailoiço da tia do lado, quando brincavamos ás casinhas e quando bebiamos copos e copões de sumo compal. Não esqueço cada momento que passei.
Hoje, tudo é diferente, a vida mudou de rumo. As pessoas fugiram de mim e não me deram a mão. Fiquei sozinho na escuridão. Incolhi-me naquele obscuro buraco, e chorei pela vida, gritei pelo que perdi, sofri por não a voltar a ver.
Quero ser jovem, adulto, crescer mais e sorrir bastante. Quero aprender a ser o que nunca fui.
Nas contas todas, quero tudo e não tenho.
dreaming of what could be.
O verdadeiro desejo está no meu olhar. Perante aquela cor absorvida em meus olhos.
O desejo é demasiado para o criticar, ou denunciar. Um dia eu acordei, sai do rebanho, despertei meu sentimente apenas numa palavra: "desejo". Desejei ser diferente de todas as pessoas, desejei ser mais visivel á realidade. Desejei, desejar o meu desejo.
Penetrar cada canto sem estragos quais queres. Surgir um sorriso sem um choro qualquer. Mas desejei e continuo a desejar. Sempre desejei caminhar sobre aquela estrada onde me dizia que era nela que era o meu devido lugar.
Eu senti felicidade, arrepiei-me com aqueles zumbidos no meu ouvido esquerdo. Mas nunca perdi a vontade de desejar o que em mente me ocorria.
Continuei com mais três passos em frente. Com mais quatro, e de momento para momento, mas cinco caminhei.
Cheguei ao cimo do desejo que sempre me mentalizei. Discobri o desejo que sempre desejei. Hoje, reforçei com a enorme vontade, que o meu desejo sempre foi, "mostrar ao mundo o quanto eu consigo mostrar. Reabrir os olhos e mostrar o que sou capaz de fazer, o desafio que tenho. Mostrar ao mundo que eu tenho um estrela dentro de mim, que um pigmento de sonhos eu tenho."
Sonhei sem sonhar, mas sonhei em dançar. Faz parte de mim mexer o corpo, sentir o vento bater-me no rosto sem estragar o sentido primitido.
wanna feel the warm breeze,
sleep under a palm tree, feel the rush of the ocean.