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Never Stop Believing!
Não quero um rapaz. Quero um homem.

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one be me.

Miguel Sousa. 16 anos.
Paços de Ferreira.

sorridente. chorão. orgulhoso. alegre. divertido. forte. optimista. simpático. feliz. apaixonado. amigo. criativo. sonhador. chato. imaginativo. nervoso. conversador. maluco. responsável. organizado.
Dance, photography and guys! ♥
Apenas desistir.
sábado, 19 de janeiro de 2013 // 15:07


O amor pode nos tornar patéticos, pode nos tornar seres irracionais que fazem qualquer coisa para ganhar um sorriso e um abraço como agradecimento, as vezes ser patético vale a pena quando conseguimos tornar felizes aqueles que amamos, amor não é apenas momentos felizes, amar depende também de momentos tristes, de brigas e lagrimas, quem ama apenas a felicidade não ama nem a si próprio, pois nem sempre somos felizes, nem sempre somos as melhores pessoas do mundo. E então quando não somos correspondidos ou então quando somos ignorados, a primeira coisa que pensamos é desistir. Uma palavra tão pequena de uma dor tão grande. Mas a vezes é necessário desistir, para se ganhar, acabar com certos vícios, apegos e manias para se tornar alguém melhor. Se afastar de algumas pessoas para o próprio bem. É difícil e bem doloroso , mas vale a pena. Talvez a chave de tudo esteja em apenas desistir.

Amo-te!
sábado, 5 de janeiro de 2013 // 18:22



Como será possível alguém completar o outro tão perfeitamente? Não tenho mais dúvidas de que tu és a minha metade, és o que faltava em mim. Agora entendo o porque de antes, nada para mim era perfeito. Faltava a metade do meu coração. Faltavas tu. Agora tudo se encaixa, tudo se explica porque me sinto mais completo. Contigo tenho os meus melhores momentos, momentos que antes mantinha no pensamento. Não sei como, mas sou capaz de te amar ainda mais e a cada segundo que passa. Só te peço para que nunca te esqueças que eu AMO-TE e que minha vida passou a ter realmente um sentido a partir do momento que tu passaste a fazer parte dela, uma parte exageradamente grande. Tu és a minha vida! E eu amo-te incondicionalmente.  


E o melhor é dizer Adeus.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012 // 17:31



E já passou imenso tempo, e eu sempre quis dissolver as minhas promessas num determinado espaço copulo de sorriso e momentos inesquecíveis. A vida ofereceu-me várias etapas: Sorrir, crescer, aprender, cair e levantar. Já sorri por motivos fortes, já cresci por cair demasiadas vezes, já aprendi por receber desilusão no dia-a-dia. Já cai mas voltei a levantar-me. E tudo o que sou hoje, sou devido à cumplicidade que tenho diante a vida. Não sabes do que falo, mas um dia vais perceber que a dor que ainda permanece em mim, ainda me magoa. E magoa tanto, mas tanto que passo dias sem comer, passo dias sem dormir, sem perceber o motivo de estar aqui, diante deste mundo infantil, por vezes. Há dias que é difícil de explicar o que sentimos. Quer seja pensamento mau, quer seja pensamento bom. Há dias que não dá para evitar e esconder mais a dor que sentimos, e por vezes acabamos por descarregar tudo em cima de quem não tem a culpa. Só não entendo como sou assim tão fácil, tão sensível. Não entendo porque sou assim tão nobre, tão maduro. Não entendo.
Nos dias de hoje percebo menos o que as pessoas têm dentro das suas cabeças. Tem dias que penso que amar muitos sabe e poucos demonstram. E isso decorresse à devasta confiança que criamos assim, tão facilmente. Há momentos que penso que não queres saber quem eu sou, há momentos que vejo que para ti sou apenas mais um, tem dias que penso que sou um peso para ti. Há dias que me deito a pensar “Eu sou o alvo de pesos na vida dele. Será melhor desistir ou continuar arriscar?”. Tudo tem sido assim, todos os dias. Por momentos estás perto, como por momentos estás distante, assim como se não fosse ninguém para ti, como se não existisse. Mas sabes o porque de ainda conseguir sorrir? Porque quando estás perto és aquele doce e lindo rapaz que nunca ninguém foi comigo. És aquele rapaz doce e meigo que me consola todas as noites com magnificas palavras que só tu sabes desvendar. És aquele que me consegue por a sorrir com uma simples frase, com uma simples mensagem, com uma simples palavra. És aquele que me faz e tem o poder de fazer com que sonhe contigo todas as noites. E por momentos acho-te perfeito, como por momentos acho-te incapacitado de me conseguir fazer feliz. E digo incapacitado porque há momentos em que me ignoras, que não sou ninguém para ti. E quando me falas é porque eu falo, e quando eu não falo tu percebes o motivo, a causa disso, e falas só para não me sentir sozinho, para não me sentir triste.
Sabes qual foi o tipo de rapaz que pedi em toda a minha vida? Um rapaz forte, um rapaz capaz de me fazer feliz 24h por dias, um rapaz que converse comigo quando entre a nossa conversa não exista assunto, um rapaz sorridente, que saiba como me fazer sorrir, um rapaz puro que me ajudasse em todas as ocasiões da vida. Não peço um morcão, peço alguém com capacidades, peço um homem, mesmo a idade sendo inferior ao que preciso. E que apesar da distância, me faça sentir ele bem perto de mim.
Há dias que penso que és tu, e ainda sinto que és tu, o tal que me pode fazer feliz, mas vejo-te mais para lá do que para cá. Ainda me lembro quando te transmiti todas aquelas palavras que andava há imenso tempo a querer dizer, lembro-me do primeiro dia em que conversei contigo no qual ficaste desnorteado por tanta coisa que jamais pensarias ver em toda a tua vida. Fiquei feliz sabias? Achei-te um rapaz diferente, maduro, sensível, sincero.. Eu vi tudo isso no início, mas agora pergunto-me: Porque que não vejo isso agora? Porque que há dias que estás bem comigo como há dias que me ignoras completamente? Porque?
Por vezes penso que eu é que sou o culpado. Sim o culpado por me apegar demais e assim rapidamente às pessoas, dar a minha confiança e receber dia sim carinho, dia não ignorância.
A minha intenção não é sofrer novamente, a minha intenção é ser feliz e de uma vez por todas. Consigo perceber que não sou quem tu querias na tua vida, e hoje escrevo tudo isto porque o melhor é dizer adeus. 

Diz que me queres.
sábado, 17 de novembro de 2012 // 08:55


Sabes o que está acontecer? Não consigo mais viver assim. Não consigo mais sorrir quando a minha única vontade é chorar. Hoje eu decidi escrever. Escrever o que ando a sentir já à imenso tempo. Algo que está a atrapalhar a minha felicidade, a minha vida, digamos. Existe algo que me incomoda e não me deixa ser feliz. Tu. O que se passa é que, eu sempre me fiz de forte quando o que eu mesmo sou é fraco. Dizia não me importar contigo, mas perguntava sempre por ti no meu silêncio. Dizia que na minha vida eras um fim, quando no meu pensamento ainda eras o meu homem. Eu dizia ser forte e não chorar mais por ti, quando o meu trauma era ser fraco e chorar todos os dias. Eu dizia tu seres um canalha, quando o meu coração dizia que és a minha cara-metade. Eu dizia tu não prestares, quando o meu coração dizia que eras o homem da minha vida. Eu dizia… Eu dizia meras palavras todos os dias, e em todas elas eu sentia saudade. Saudade de te ter nos meus braços novamente, confortar-me neles e sonhar naquele mesmo instante que só eu e tu, é que existimos. Que o mundo é apenas, meu e teu. E hoje eu lembro, lembro das vezes em que passeávamos de mãos dadas, de quando nos olhávamos olhos nos olhos e ao mesmo tempo dizíamos: Amo-te. Lembro-me de quando me mordias o lábio inferior, de quando trincavas a minha língua. Lembro-me de quando o meu corpo se juntou ao teu, num especial momento que jamais vivi na minha vida. E tudo o que tenho pensado, não passam de sonhos. Sonhos que se concretizaram mas que se eliminaram. Sonhos que hoje eu tenho todos os dias.
Eu fiz escolhas, eu decidi ter uma nova opção de vida, um novo rumo. Tentei esquecer-te, e acabei por me envolver. Mas tudo foi um contra tempo. Envolvi-me para te esquecer, para te tirar da minha cabeça, e mesmo assim, o que sentia/sinto por ti não se apagou. É difícil tirar de mim, aquilo que ambos construímos juntos, é difícil não pensar em ti, é difícil não dizer que te amo quando na verdade eu amo-te. Eu decidi partir da tua vida porque não aguentei. Não aguentei a dor que me causavas, o sofrimento que por mim temia, o choro que por mim proclamava. Eu rebentei! Eu fui embora, quando na verdade o que queria mesmo, era ficar. Mas o orgulho falou mais alto. Eu parti, mas levei-te comigo em cada pensamento. Porque hoje, ainda é o dia em que acordo a pensar em ti, hoje é o dia que adormeço a pensar em ti, que imagino um futuro repleto de perfeição. Uma casa a dois, com um quarto só para nós, com uma cama única e nossa. Eu sempre esperei por aquele momento em que dizia: Acabou. Acabou o namoro. E me ajoelhava ao teu pé e dizia: Casa comigo! :$
Hoje ainda sonho com isso. Sonho com tudo o que queria ter contigo e não tive, sonho com todos os sorrisos que só nós sabemos dar, sonho com a telepatia que ambos tínhamos todos os dias. Eu sonho, sonho, sonho, sonho… e nada acontece. Tudo fica igual. Serei anormal?
Na verdade eu não sei o que se passa. Quando tento lembrar de uma coisa, o teu nome está sempre no acontecimento, quando tento conversar com alguém, a tua imagem aparece sem eu chamar. Eu chamo a isso de: amor incondicional.
Porque é isso mesmo o que sinto, porque tu foste/és o grande amor da minha vida. Só tu é que estás ali quando eu preciso. Mesmo distante, eu sinto-te perto.
E agora pergunto-me: O que é que eu faço? Luto, sigo em frente, esqueço ou continuo?
Na verdade, o que eu penso é estar a teu lado e começar tudo do 0. Como se te tivesse conhecido hoje. Ai acredito que tudo seria perfeito, que tudo iria mudar as nossas vidas, que a nossa felicidade finalmente se iria realizar, que o nosso amor iria superar cada obstáculo. Será que seria mesmo assim?
A minha única vontade neste momento é de correr para os teus braços, e apertar-te bem no meu peito e dizer-te chorando que te amo mais que tudo na minha vida, que tu és o, HOMEM DA MINHA VIDA.
Todos os dias eu preciso de ti. Sim, preciso de ti para secar todas as lagrimas, preciso de ti para aquecer o meu coração, para me dar a mão e um abraço assim como quando tenho frio. Eu preciso de ti para me perder nos teus doces e suaves beijos, preciso de ti para te olhar olhos nos olhos e ler em cada brilho que me queres dizer alguma coisa. Por isso…
anda, corre, abraça-me, diz que sou o teu ponto de interesse. Diz que eu sou a tua prioridade. Abraça-me e chora comigo. Vamos gritar juntos e dizer que finalmente vamos poder ser felizes de novo. Diz que me AMAS! Eu preciso de ti… :c
DIZ QUE ME QUERES! 

Sou eu.
domingo, 4 de novembro de 2012 // 07:58



Era uma vez um jovem rapaz, que tinha 12 anos e tinha passado mais um ano escolar, isto para o 5º ano. Era um rapazinho muito meigo, muito divertido, e gostava de ajudar as pessoas que via sentirem-se mal com a vida. Ele adorava estar todos os dias com as suas amigas. Passeava todos os dias pelos cantos da escola com a sua melhor amiga Sofia. Era muito agarrado a ela. Todos os dias tinham brincadeiras novas, sorrisos novos, motivos novos, palavras novas, ideias novas, tudo novo. Até que esse mesmo rapazinho começou a ser observado por um grupo de rapazes que aparentavam ser rudes, e mal-encarados. Tinham aspeto de vigaristas, racistas, homofóbicos, cobardes etc. E num entanto, eram mesmo tudo isso. Esse rapazinho para além de andar com a sua amiga Sofia, andava também com um grupo de amigas que tinha feito no primeiro dia do ano. Era muito feliz, sentia-se protegido. Sorria todos os dias para com elas. Até que a uma determinada altura, o mesmo grupo de rapazes que o observavam, atacaram o rapaz à saída da escola. Espancaram-no com um guarda-chuva, e fizeram o pobre rapaz cuspir sangue pela boca e queixar-se no corpo todo. Nesse mesmo instante, esse rapazinho berrou, e gritou por socorro, pediu ajuda e ninguém estava lá para o acudir. E ficou ali, estendido no chão. De caminho levantou-se e foi pela rua fora, a chorar, com dores corporais, cuspindo sempre sangue para o chão. E todas as pessoas ficavam a olhar para ele, porque viam que ele estava marcado no seu rosto, e tinha a roupa rasgada. Entretanto chegou a casa, e fechou-se no quarto a chorar, trincando a almofada de dores. Foi tomar um banho, e vestiu uma nova roupa, e deitou a outra fora para que mãe não visse. Mas a mãe viu, não a roupa, mas sim as marcas que no rosto tinha. Perguntando o que se passou, e o pobre rapaz com medo, ter-lhe dito que caiu e se magoou. No dia a seguir, o rapaz não queria ir para a escola novamente. Estava com medo. Mas foi! E no dia seguinte, ele voltou a cruzar-se com o mesmo grupo de rapazes, daí eles não terem feito nada porque tinha pessoas ao seu redor. Mas o rapazinho fugiu, correu imenso para não sofrer o mesmo trauma. E todos os dias via aquele grupo de rapazes, mas o rapaz escondia-se sempre, e todos os dias ao ir para casa, saia sempre por trás da escola. Havia dias que nem dormia por causa do acontecimento, e chegava à escola e apoiava a cabeça na mesa e adormecia. E ali ficava. Até que, chegou à hora de ir embora e o rapaz foi pelas traseiras da escola, com o medo que temia. Um desse grupo de rapazes, perceberam esse esquema que o rapaz tinha planeado. Até que, à saída desse mesmo espaço, estavam lá os rapazes, e meteram-se em roda e o pobre rapaz no meio, e como devem calcular, voltaram atacar o jovem rapaz. Mas desta vez de uma forma mais bruta. Digamos, sem piedade. Estenderam de vez o rapaz ali no chão. Até o empregado da escola ver assim o ter encontrado. O pobre rapaz não se mexia, não se consiga meter em pé, as suas pernas naquele momento parecia plástico. Tinha a cara toda “desfigurada”, cheia de cortes, e pisaduras visíveis. O empregado da escola comunicou com os bombeiros, e passado 10 minutos, mais ou menos, a ambulância estava na escola e levaram o pobre rapaz. Comunicaram também com a sua família porque o rapaz tinha ficado inconsciente. Permaneceu no hospital dois dias. E voltou para casa. A escola teria sido informada que deviam de ter mais cuidado e mais atenção para os jovens da escola não passarem pelo mesmo que o pobre rapaz passou. Entretanto, o jovem voltou para a escola, e como é obvio estava com medo, e ainda se notava marcas no seu rosto.. Todo o mundo olhou para ele, e as suas amigas preocupadas, foram ter com ele e estiveram sempre do seu lado. As coisas ficaram calmas, até que o rapazinho tinha um sonho desde os seus quatro anos de idade. A dança. A dança era a sua grande paixão. E muitas das vezes, atrás do bloco da escola punha-se a demonstrar coreografias para as suas amadas amigas, e todos os dias ensinava cada passo a cada uma delas. E muitos rapazes da escola o criticavam, insultavam, isto só por andar com raparigas e ensinar essas mesmas meninas a dançar. No entendendo ele pensou que aquilo era tudo inveja e não quis saber. Até que outro grupinho de rapazes, invejosos, tentaram atacar o rapaz, mas nesse mesmo instante teve a sorte de ter as suas amigas por perto. No qual se colocaram no seu meio e não deixaram que alguém lhe tocasse. E as coisas foram sempre assim, o ano todo! Insultavam, criticavam, tentavam aproximar-se para lhe encher de porrada. Mas para esse rapaz as coisas foram mais fáceis, porque ele mostrou-se forte e não deixou que nada lhe acontecesse. Até que, quando o ano acabou, e o rapaz teria avançado mais um ano, para o 6º ano. E no primeiro dia de escola pensou ele que tudo iria ser diferente, que mais ninguém lhe iria meter as mãos em cima. A primeira semana de escola foi ótima para ele. Conheceu novos amigos/as, novos professores, tudo tranquilo. Até que, na segunda semana à saída da escola voltou a ser atacado pelo mesmo grupo que lhe teria marcado no primeiro ano do 5º ano. Dai não ter feito grandes marcas porque o rapaz “conseguiu” defender-se. Esse mesmo grupo ameaçou-o, e disse-lhe que todos os dias queriam tabaco, e dinheiro e que se não lhe desse, o jovem rapaz seria espancado. O rapazinho com medo, tentava todos os dias arranjar tabaco e dinheiro para lhes dar, até que chegou a um altura em que ele não levou nada, e o grupo de rapazes ameaçou que queriam algo naquele exato instante se não quem iria sofrer as consequências era a sua irmã, que frequentava o secundário. Então o rapaz, com medo, deu o seu telemóvel. E ao mesmo tempo foi espancado novamente. Ele berrou tanto, e disse em voz alta que estava farto. Farto daquilo lhe estava acontecer. Até que não aguentou mais e denunciou esses rapazes. E finalmente, ficou em paz! Hoje tem 15 anos e ao longo do tempo percebeu que devemos de ser fortes e não deixar os desconhecidos assediarmo-nos. A violência por vezes gera mortes. E em Portugal, 98% de jovens suicidaram-se por causa do bullying. Mas esse rapaz pensou, e acordou para a vida. Hoje está feliz, hoje ele é um rapaz lutador, divertido, ignora tudo que lhe dizem, quer sejam criticas ou insultos. A vida fez com que ele se torna-se num humano com força e com muito autoestima. E agora, muitos de vocês perguntam: Mas quem é esse rapaz? Pois é, surpreendentemente, SOU EU.


Descansa em paz Avô
sábado, 27 de outubro de 2012 // 05:05



E sabe do que me lembro? De quando dizia: “Miguel, põe-me lá fora.. Miguel, leva-me a passear.. Miguel, põe-me na cama, acende a televisão e mete o som um pouco mais alto..
Miguel, onde está avó? “Parabéns” meu neto..“. Nunca me vou esquecer das vezes em que me dizia isto e muito mais. E já tenho saudades suas. Hoje foi o último dia, vi-o pela última vez na minha vida. O meu coração ficou partido por ver as portas fecharem e eu não o poder ver mais. O meu sorriso deixou de fazer sentido, já nada é igual. Já nada funciona da mesma maneira que era, quando você era vivo. Já passaram 29horas e 30 minutos, e já sinto a sua falta desde o primeiro segundo que partiu. Já sinto falta das vezes em que sorria para mim, em que me dizia asneiras e nos púnhamos a rir com boas gargalhadas. Já sinto falta das vezes em que berrava pela avó, já sinto falta de ouvir a sua voz. Sinto saudades das vezes em que íamos passear e em cada passo me contava uma história, todos os dias. Lembro-me de quando era pequenino e de quando me pegou ao colo, tinha eu 4 aninhos, e lhe disse: Vô, você vai estar sempre comigo não vai? Você vai cuidar de mim?
E eu recebi um “sempre” como resposta única. Mas em fase de crescimento percebi que nada dura para sempre, nem mesmo as pessoas. Que tudo na vida vem, e um dia vai e não volta mais. E foi exatamente o que aconteceu. Você deixou-me sozinho e perdi-me no meio deste mundo, não sei onde estou. Para além de um avô, você era o meu pai. Lembro do dia em que fui abandonado pelo meu pai, e só você sobre abrir os braços e receber uma criança que na verdade não era nem é seu filho. Mas tudo foi-se tornando tão “habito” que passei os dias chamando-lhe de Pai! Porque era exatamente isso que via/vejo e sentia/sinto. Além do mais, você era o meu padrinho, e hoje não tenho mais. Porque você me deixou aqui, a chorar por si. E hoje existe ferimentos dentro do meu coração, porque sei que não vou poder ouvir mais a sua voz, porque não vou poder passear mais a sua pessoa, porque não vou poder receber o seu carinho, porque não vou ter mais gargalhadas que só eu e você tínhamos. Porque só você fazia os meus dias serem totalmente diferentes. Eu não peço a Deus que me lhe traga de volta para a minha vida, porque ambos sabemos que isso é impossível, resta-me pedir e eu sei que vai cumprir, ficar do meu lado todos os dias, e caminhar comigo para todas as fronteiras, para todas as superfícies. Só lhe peço que me proteja do mal e que me dê a mão sem eu sentir. Só lhe peço, que cuide de mim, como sempre cuidou.
AMO-TE AVÔ, AMO-TE PAI, AMO-TE PADRINHO, AMO-TE MEU HERÓI!  

terça-feira, 25 de setembro de 2012 // 14:22



E hoje foi mais um dia. Um dia que eu sei que estás do meu lado, um dia que eu sei que estou protegido nos teus braços. Se bem que os meus dias deprimem não recebendo uma notícia tua, mas eu compreendo, porque existe motivos. Apesar de passar os meus dias sem receber uma palavra tua, eu sinto que estás no sensato momento a pensar em mim, que nesse mesmo minuto eu estou na tua cabeça. Assim como permaneces sobre a minha mente. E isto, todos os dias. Pois, tu tronaste-te uma droga, em que vicio todos os dias. Aquela droga que vicia e que nunca sai. Mas sabes? Fazes-me feliz. Não podendo estar contigo todos os dias, o meu coração se desfaz, até porque eu não penso em outra coisa a não ser estar contigo, e te dar um forte e longo abraço. Como nunca tive! Fazes-me tão bem, fazes-me tão feliz. Fazes o que poucos fizeram, ou o que nunca fizeram. É um privilégio ter-te na minha vida e poder chamar-te amigo em todos os sentidos oportunos. E por extremas palavras afirmo que, a minha vida faz sentido contigo do meu lado, assim como estás. Faz toda a diferença. Até porque és diferente em tudo. És perfeito! Mas sabes (…) na verdade eu amo-te. Mas amo-te de uma forma diferente. É puro e simplesmente um sentimento que nunca senti em toda a minha vida. É mesmo inexplicável. Não consigo contemplar outras palavras, em outros adjetivos. Até porque, dizer-te que és tudo em mim é muito pouco! MAS QUE FAZES PARTE DE MIM, É MUITO! Eu amo-te, e eu repito as vezes que foram necessárias. Até porque eu quero que saibas isso, para nunca te esqueceres que aqui, existe alguém que te ama de verdade, que aqui existe alguém que sempre quis estar do teu lado, que sempre vai estar apoiar-te. Quer seja em momentos bons ou maus, quer seja em escolhas erradas ou certas.
Eu choro, e muitas vezes é de felicidade, porque eu sei que estás aqui. Junto de mim. Perto do meu peito, junto das minhas ocorrências e ajudando nas minhas decisões. Eu quero ficar perto de ti. Todos os dias, todos os meses, todos os anos, todas as horas, todos os minutos. Fica comigo sempre. É sem duvida o melhor amigo que eu já tive em toda a minha vida, és tu que me dás apoio, és tu que me dás força, és tu que me dás carinho. És tu que me dás tudo! E ti posso dizer que és indiscritível! E dizer: Sim é um grande rapaz. Ele é perfeito sem dúvida.
Obrigado por tudo, por todos os sorriso, por todas as brincadeiras. Obrigado por todo o carinho, por toda a força, por todo apoio! Obrigado por seres quem és comigo. E que mesmo longe, tu ficas perto. És sem duvida a pessoa mais perfeita que conheci até hoje. AMO-TE IMENSO!